Simples demora no atendimento bancário não gera dano moral presumido, define STJ em repetitivo Post published:24/05/2024 Post category:Importações Para a Segunda Seção, a caracterização do dano indenizável exige prova da atitude leniente do banco e do nexo entre esta e o prejuízo efetivo sofrido pelo consumidor com a demora na fila. Read more articles Post anteriorÉ dispensável ação autônoma do INSS para cobrar do estado o ressarcimento de honorários periciais antecipados Próximo postPleno rende homenagem à desembargadora Madalena Talvez você goste também Composição de conflitos federais: o ecossistema da AGU no sistema multiportas 02/03/2026 Tribunais de Contas e o limite do controle: entre a fiscalização e a intervenção administrativa 04/04/2025 PEC da Segurança ameaçada 26/01/2026
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