Quais processos deveriam ocupar o tempo da Justiça do Trabalho?

A Justiça do Trabalho recebeu, apenas em 2022, cerca de três milhões de novos processos, o que representa um dos maiores volumes do Judiciário brasileiro. A Justiça do Trabalho está sobrecarregada. Mas quais processos deveriam, de fato, ocupar seu tempo? E o que explica a insistência em judicializar relações comerciais legítimas?

Esse é o tema do terceiro episódio da série em videocast Novas Relações de Trabalho, produzido pelo Estúdio JOTA com patrocínio do Centro de Estudos de Direito Econômico e Social (CEDES).

Em seis capítulos, Nelson Mannrich, referência em Direito do Trabalho e professor da Universidade de São Paulo (USP), e a advogada Alessandra Barichello Boskovic, doutora em Direito pela PUC-PR, recebem outros grandes nomes diretamente envolvidos com o estudo dessas questões.

Os convidados são coautores do livro Novas Relações de Trabalho e Novos Modelos de Proteção, organizado pelo professor Mannrich ao lado de Boskovic.

Neste programa, participam os juízes do trabalho Fábio Rodrigues Gomes, do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), e Diego Petacci, do TRT-2.

Assista ao terceiro episódio no YouTube

Os três primeiros programas já estão disponíveis tanto no YouTube quanto em outros tocadores de áudio. Ao longo das próximas semanas, novos episódios serão lançados sempre às terças-feiras.

Ouça o terceiro episódio no Spotify

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