Simples demora no atendimento bancário não gera dano moral presumido, define STJ em repetitivo Post published:24/05/2024 Post category:Importações Para a Segunda Seção, a caracterização do dano indenizável exige prova da atitude leniente do banco e do nexo entre esta e o prejuízo efetivo sofrido pelo consumidor com a demora na fila. Read more articles Post anteriorÉ dispensável ação autônoma do INSS para cobrar do estado o ressarcimento de honorários periciais antecipados Próximo postPleno rende homenagem à desembargadora Madalena Talvez você goste também STF derruba benefício de ICMS para cervejas com suco de caju 06/07/2026 Convenções Processuais no Direito das Famílias: em busca da personalização do processo 23/10/2025 Órgãos da AGU avaliam impacto do acordo com o STJ na redução de processos em todas as instâncias 19/09/2023
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