{"id":9128,"date":"2025-02-19T21:33:25","date_gmt":"2025-02-20T00:33:25","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/02\/19\/empresa-e-condenada-a-indenizar-trabalhador-vitima-de-dispensa-discriminatoria\/"},"modified":"2025-02-19T21:33:25","modified_gmt":"2025-02-20T00:33:25","slug":"empresa-e-condenada-a-indenizar-trabalhador-vitima-de-dispensa-discriminatoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/02\/19\/empresa-e-condenada-a-indenizar-trabalhador-vitima-de-dispensa-discriminatoria\/","title":{"rendered":"Empresa \u00e9 condenada a indenizar trabalhador v\u00edtima de dispensa discriminat\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><span>Empresa \u00e9 condenada a indenizar trabalhador v\u00edtima de dispensa discriminat\u00f3ria<\/span><\/p>\n<div>  <a href=\"https:\/\/trt15.jus.br\/noticia\/2025\/empresa-e-condenada-indenizar-trabalhador-vitima-de-dispensa-discriminatoria\"><\/a>\n<\/div>\n<p><span><span>anasiqueira<\/span><\/span><\/p>\n<p><span>Qua, 19\/02\/2025 &#8211; 18:33<\/span><\/p>\n<div>\n<div>Empresa \u00e9 condenada a indenizar trabalhador v\u00edtima de dispensa discriminat\u00f3ria<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"visually-hidden\">Conte\u00fado da Not\u00edcia<\/div>\n<div>\n<p>A 11\u00aa C\u00e2mara do Tribunal Regional do Trabalho da 15\u00aa Regi\u00e3o (TRT-15) anulou a justa causa aplicada a um funcion\u00e1rio dependente qu\u00edmico, dispensado ap\u00f3s 10 anos de trabalho sem registros de puni\u00e7\u00f5es anteriores. O colegiado entendeu que a demiss\u00e3o foi motivada pela condi\u00e7\u00e3o do trabalhador, configurando, assim, discrimina\u00e7\u00e3o. Como consequ\u00eancia, foi determinado o pagamento das verbas rescis\u00f3rias correspondentes \u00e0 dispensa sem justa causa, al\u00e9m de indeniza\u00e7\u00e3o substitutiva \u00e0 reintegra\u00e7\u00e3o ao emprego. A empresa tamb\u00e9m foi condenada a pagar R$ 40 mil por danos morais.<\/p>\n<p>O empregado foi inicialmente demitido por alegada embriaguez no ambiente de trabalho. No entanto, ap\u00f3s tomar conhecimento de que o funcion\u00e1rio era dependente qu\u00edmico e estava em tratamento, a empresa reconsiderou a decis\u00e3o disciplinar. O trabalhador foi encaminhado ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mas a per\u00edcia n\u00e3o constatou incapacidade laboral. Ap\u00f3s 80 dias de trabalho sem incidentes, a empregadora decidiu aplicar novamente a justa causa, ao ter ci\u00eancia do abandono do tratamento para depend\u00eancia qu\u00edmica.<\/p>\n<p>Para o relator, desembargador Jo\u00e3o Batista Martins C\u00e9sar, n\u00e3o h\u00e1 base legal para &#8220;suspender&#8221; uma justa causa j\u00e1 aplicada, &#8220;ou a justa causa \u00e9 aplicada, ou ocorre o perd\u00e3o t\u00e1cito&#8221;, afirmou o magistrado. O colegiado apontou a aus\u00eancia de provas que justifiquem a penalidade, como, por exemplo, a falta de indica\u00e7\u00e3o precisa do dia em que os sinais de embriaguez em servi\u00e7o foram observados. Al\u00e9m disso, foi apontada a aus\u00eancia de grada\u00e7\u00e3o na puni\u00e7\u00e3o, especialmente considerando que o trabalhador nunca havia sido penalizado ao longo de seus 10 anos de servi\u00e7o.<\/p>\n<p>O ac\u00f3rd\u00e3o, assim, classificou a dispensa como discriminat\u00f3ria, sob o fundamento que \u201ca depend\u00eancia qu\u00edmica \u00e9 considerada uma condi\u00e7\u00e3o grave e suscet\u00edvel a preconceito\u201d. Diante desse cen\u00e1rio, \u201ccaberia \u00e0 empresa comprovar que a dispensa n\u00e3o foi discriminat\u00f3ria\u201d, todavia, segundo o colegiado, ela n\u00e3o apresentou \u201cprova capaz de justificar de forma racional que a dispensa n\u00e3o estava atrelada \u00e0 condi\u00e7\u00e3o do reclamante\u201d.\u00a0<br \/>\nProcesso: 0011708-49.2023.5.15.0018<\/p>\n<p><em>Foto ilustrativa do banco de imagens Canva.<\/em><\/p>\n<p><em>Esta mat\u00e9ria \u00e9 meramente informativa.<\/em><br \/><em>Permitida a reprodu\u00e7\u00e3o mediante cita\u00e7\u00e3o da fonte.<br \/>\nCoordenadoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social.<br \/>\nTRT-15<br \/>\nTel.(19) 3236 1789<br \/>\nimprensa@trt15.jus.br\u00a0<\/em><\/p>\n<\/div><\/div>\n<div>\n<div>Unidade Respons\u00e1vel:<\/div>\n<div>Comunica\u00e7\u00e3o Social<\/div>\n<\/div>\n<div>Qua, 19\/02\/2025 &#8211; 18:33<\/div>\n<p>      <span class=\"a2a_kit a2a_kit_size_16 addtoany_list\"><a class=\"a2a_dd addtoany_share\" href=\"https:\/\/www.addtoany.com\/share#url=https%3A%2F%2Ftrt15.jus.br%2Fnoticia%2F2025%2Fempresa-e-condenada-indenizar-trabalhador-vitima-de-dispensa-discriminatoria&amp;title=Empresa%20%C3%A9%20condenada%20a%20indenizar%20trabalhador%20v%C3%ADtima%20de%20dispensa%20discriminat%C3%B3ria\"><\/a><a class=\"a2a_button_whatsapp\"><\/a><a class=\"a2a_button_google_gmail\"><\/a><a class=\"a2a_button_twitter\"><\/a><a class=\"a2a_button_facebook\"><\/a><a class=\"a2a_button_linkedin\"><\/a><\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empresa \u00e9 condenada a indenizar trabalhador v\u00edtima de dispensa discriminat\u00f3ria anasiqueira Qua, 19\/02\/2025 &#8211; 18:33 Empresa \u00e9 condenada a indenizar trabalhador v\u00edtima de dispensa discriminat\u00f3ria Conte\u00fado da Not\u00edcia A 11\u00aa C\u00e2mara do Tribunal Regional do Trabalho da 15\u00aa Regi\u00e3o (TRT-15) anulou a justa causa aplicada a um funcion\u00e1rio dependente qu\u00edmico, dispensado ap\u00f3s 10 anos de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":9129,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9128"}],"collection":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9128"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9128\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9129"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9128"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9128"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9128"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}