{"id":6073,"date":"2024-03-15T04:25:21","date_gmt":"2024-03-15T07:25:21","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2024\/03\/15\/seis-anos-depois-investigacao-do-assassinato-de-marielle-franco-chega-ao-stf\/"},"modified":"2024-03-15T04:25:21","modified_gmt":"2024-03-15T07:25:21","slug":"seis-anos-depois-investigacao-do-assassinato-de-marielle-franco-chega-ao-stf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2024\/03\/15\/seis-anos-depois-investigacao-do-assassinato-de-marielle-franco-chega-ao-stf\/","title":{"rendered":"Seis anos depois, investiga\u00e7\u00e3o do assassinato de Marielle Franco chega ao STF"},"content":{"rendered":"<p>A investiga\u00e7\u00e3o sobre o assassinato da vereadora <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/marielle-franco\">Marielle Franco<\/a> (PSol-RJ) e de seu motorista, Anderson Gomes, em 2018, chegou ao Supremo Tribunal Federal (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/stf\">STF<\/a>). O caso, que havia sido encaminhado ao Superior Tribunal de Justi\u00e7a (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/stj\">STJ<\/a>) em outubro do ano passado, foi enviado ao Supremo ap\u00f3s ter sido identificado suposto envolvimento de autoridade com foro privilegiado na Corte.<\/p>\n<p>O caso havia avan\u00e7ado ao STJ por uma men\u00e7\u00e3o ao conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Rio de Janeiro Domingos Braz\u00e3o. Ele teria sido citado pelo ex-policial militar \u00c9lcio Queiroz, que dirigia o carro que perseguiu a vereadora no dia do assassinato. No STJ, a investiga\u00e7\u00e3o estava focada na busca pelos mandantes do crime. O caso tramita em segredo de justi\u00e7a.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/produtos\/poder%20?utm_source=cta-site&amp;utm_medium=site&amp;utm_campaign=campanha_poder_q2&amp;utm_id=cta_texto_poder_q2_2023&amp;utm_term=cta_texto_poder&amp;utm_term=cta_texto_poder_meio_materias\">Tenha acesso ao\u00a0<span class=\"jota\"><span class=\"jota\">JOTA<\/span><\/span>\u00a0PRO Poder,\u00a0uma plataforma de monitoramento pol\u00edtico\u00a0com informa\u00e7\u00f5es de bastidores\u00a0que oferece\u00a0mais\u00a0transpar\u00eancia e previsibilidade para empresas.\u00a0Conhe\u00e7a!<\/a><\/h3>\n<p>Possuem prerrogativa de foro privilegiado no STF: presidente da Rep\u00fablica, vice-presidente, ministros de Estado, senadores, deputados federais, integrantes dos tribunais superiores, do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o e embaixadores. Al\u00e9m de integrantes de Tribunais de Contas, tem prerrogativa de foro no STJ governadores, desembargadores dos Tribunais de Justi\u00e7a, integrantes de tribunais regionais (como TRF, TRT e TRE), e integrantes do Minist\u00e9rio P\u00fablico que atuam em tribunais superiores.<\/p>\n<p>+<span class=\"jota\">JOTA<\/span>: <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/opiniao-e-analise\/artigos\/foro-privilegiado-entenda-o-que-e-e-como-funciona-15022022\">Foro privilegiado: entenda o que \u00e9 e como funciona<\/a><\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, quatro pessoas j\u00e1 foram presas. Al\u00e9m do ex-PM \u00c9lcio de Queiroz, foi detido o sargento reformado da Pol\u00edcia Militar Ronnie Lessa, Maxwell Sim\u00f5es Corr\u00eaa e Edilson Barbosa dos Santos. Queiroz e Lessa s\u00e3o acusados de serem os executores do crime. De acordo com as investiga\u00e7\u00f5es, Maxwell participou do planejamento do assassinato e Edilson \u00e9 dono do ferro-velho onde foi feito o desmonte do carro usado na noite da morte de Marielle.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaFvFd73rZZflK7yGD0I\">Inscreva-se no canal de not\u00edcias do\u00a0<span class=\"jota\"><span class=\"jota\">JOTA<\/span><\/span>\u00a0no WhatsApp e fique por dentro das principais discuss\u00f5es do pa\u00eds!<\/a><\/h3>\n<h3>Entenda a investiga\u00e7\u00e3o que apura quem matou Marielle Franco<\/h3>\n<p>H\u00e1 exatos seis anos o caso \u00e9 investigado e os mandantes do crime ainda n\u00e3o foram identificados. Marielle e Anderson foram assassinados em 14 de mar\u00e7o de 2018, no Rio de Janeiro, quando a vereadora ia embora de um evento p\u00fablico.<\/p>\n<p>A suspeita \u00e9 de que tenha sido um crime pol\u00edtico, com envolvimento de mil\u00edcias. Um dos motivos levam a esse entendimento \u00e9 o fato de a vereadora ter tido atua\u00e7\u00e3o marcada pelo combate \u00e0s mil\u00edcias.<\/p>\n<p>Antes de ser eleita, ela havia trabalhado com o ex-deputado estadual Marcelo Freixo, quando ele comandou a CPI das Mil\u00edcias no Rio de Janeiro. \u00c0 \u00e9poca, quando liderou a CPI, Freixo sofreu uma s\u00e9rie de amea\u00e7as. A comiss\u00e3o foi respons\u00e1vel por destrinchar o funcionamento e as den\u00fancias contra as mil\u00edcias.<\/p>\n<p>A vereadora havia sido a 5\u00aa mais votada nas elei\u00e7\u00f5es no Rio em 2016. Al\u00e9m de ser conhecida por atender v\u00edtimas da mil\u00edcia e por dar apoio a policiais vitimados pela viol\u00eancia no Rio e \u00e0s suas fam\u00edlias, ela denunciava abusos da Pol\u00edcia Militar.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A investiga\u00e7\u00e3o sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol-RJ) e de seu motorista, Anderson Gomes, em 2018, chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). 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