{"id":5420,"date":"2023-12-20T00:35:01","date_gmt":"2023-12-20T03:35:01","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2023\/12\/20\/trt2-segue-stf-e-envia-acao-sobre-vinculo-empregaticio-contra-uber-para-a-justica-comum\/"},"modified":"2023-12-20T00:35:01","modified_gmt":"2023-12-20T03:35:01","slug":"trt2-segue-stf-e-envia-acao-sobre-vinculo-empregaticio-contra-uber-para-a-justica-comum","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2023\/12\/20\/trt2-segue-stf-e-envia-acao-sobre-vinculo-empregaticio-contra-uber-para-a-justica-comum\/","title":{"rendered":"TRT2 segue STF e envia a\u00e7\u00e3o sobre v\u00ednculo empregat\u00edcio contra Uber para a Justi\u00e7a Comum"},"content":{"rendered":"<p>Por unanimidade, a 6\u00aa Turma do <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/trt2\">Tribunal Regional do Trabalho da 2\u00aa Regi\u00e3o<\/a> (TRT2) entendeu que a Justi\u00e7a do Trabalho n\u00e3o tem compet\u00eancia para apreciar um pedido de reconhecimento de v\u00ednculo empregat\u00edcio entre um motorista e a Uber. Os desembargadores determinaram que o caso deve ser remetido ao Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de S\u00e3o Paulo (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/tjsp\">TJSP<\/a>).<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/produtos\/poder%20?utm_source=cta-site&amp;utm_medium=site&amp;utm_campaign=campanha_poder_q2&amp;utm_id=cta_texto_poder_q2_2023&amp;utm_term=cta_texto_poder&amp;utm_term=cta_texto_poder_meio_materias\">Tenha acesso ao\u00a0<span class=\"jota\"><span class=\"jota\">JOTA<\/span><\/span>\u00a0PRO Poder,\u00a0uma plataforma de monitoramento pol\u00edtico\u00a0com informa\u00e7\u00f5es de bastidores\u00a0que oferece\u00a0mais\u00a0transpar\u00eancia e previsibilidade para empresas.\u00a0Conhe\u00e7a!<\/a><\/h3>\n<p>O colegiado seguiu o entendimento do ministro <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/alexandre-de-moraes\">Alexandre de Moraes<\/a>, do <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/stf\">Supremo Tribunal Federal<\/a> (STF), na Reclama\u00e7\u00e3o 59.795, ajuizada por outra plataforma, a Cabify. Moraes cassou uma decis\u00e3o do Tribunal Regional do Trabalho 3\u00aa Regi\u00e3o (<span><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/trt3\">TRT3<\/a><\/span>) que havia reconhecido o v\u00ednculo empregat\u00edcio entre um motorista e a Cabify e determinou a remessa do caso para an\u00e1lise da Justi\u00e7a Comum.<\/p>\n<p>Na decis\u00e3o, o ministro afirmou que o Supremo tem precedentes que permitem diversos tipos de contratos fora da estrutura tradicional do contrato de emprego regido pela CLT e que o TRT3 desconsiderou decis\u00f5es anteriores sobre o tema.<\/p>\n<p>Diante do precedente, o relator, Wilson Fernandes, ex-presidente do TRT2, afirmou que, at\u00e9 ent\u00e3o, ele sempre decidiu ser da Justi\u00e7a Trabalhista a compet\u00eancia para apreciar este tipo de demanda. \u201cEntretanto, esse n\u00e3o \u00e9 o entendimento que prevalece na mais alta Corte de Justi\u00e7a do pa\u00eds\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>\u201cAssim, por disciplina judici\u00e1ria e em respeito ao princ\u00edpio da seguran\u00e7a jur\u00eddica\u201d, ele adotou o entendimento de Moraes na STF na RCL 59.795, de forma a reconhecer a\u00a0incompet\u00eancia da Justi\u00e7a do Trabalho para apreciar a demanda do motorista contra a Uber e enviar o caso para a Justi\u00e7a Comum.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o tramita com o n\u00famero 1000793-09.2023.5.02.0462 no TRT2.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por unanimidade, a 6\u00aa Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2\u00aa Regi\u00e3o (TRT2) entendeu que a Justi\u00e7a do Trabalho n\u00e3o tem compet\u00eancia para apreciar um pedido de reconhecimento de v\u00ednculo empregat\u00edcio entre um motorista e a Uber. 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