{"id":3967,"date":"2023-05-19T22:19:16","date_gmt":"2023-05-20T01:19:16","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2023\/05\/19\/taxa-de-mortalidade-por-hipertensao-e-a-mais-alta-dos-ultimos-10-anos\/"},"modified":"2023-05-19T22:19:16","modified_gmt":"2023-05-20T01:19:16","slug":"taxa-de-mortalidade-por-hipertensao-e-a-mais-alta-dos-ultimos-10-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2023\/05\/19\/taxa-de-mortalidade-por-hipertensao-e-a-mais-alta-dos-ultimos-10-anos\/","title":{"rendered":"Taxa de mortalidade por hipertens\u00e3o \u00e9 a mais alta dos \u00faltimos 10 anos"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil atingiu a mais alta taxa de mortalidade por hipertens\u00e3o arterial (press\u00e3o alta) dos \u00faltimos dez anos, segundo o <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/ministerio-da-saude\">Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/a>. Um levantamento do Sistema de Informa\u00e7\u00e3o sobre Mortalidade (SIM) para o ano de 2021 aponta que ocorreram 18,7 \u00f3bitos por 100 mil habitantes. A pesquisa foi publicada neste m\u00eas, como forma de conscientiza\u00e7\u00e3o para a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o, preven\u00e7\u00e3o e cuidados para evitar a doen\u00e7a e suas complica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A hipertens\u00e3o arterial ou press\u00e3o alta \u00e9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica caracterizada pelos n\u00edveis elevados da press\u00e3o sangu\u00ednea nas art\u00e9rias, e acontece quando os valores das press\u00f5es m\u00e1xima e m\u00ednima s\u00e3o iguais ou ultrapassam os 140\/90 mmHg, ou seja, 14 por 9. A doen\u00e7a faz com que o cora\u00e7\u00e3o tenha que exercer um esfor\u00e7o maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribu\u00eddo corretamente no corpo.<\/p>\n<p>De acordo com o Minist\u00e9rio, entre os anos de 2011 e 2018, a taxa de mortalidade pela patologia n\u00e3o ultrapassou 13 \u00f3bitos por 100 mil habitantes, permanecendo entre 11,4 e 12,4. Por\u00e9m, segundo as informa\u00e7\u00f5es divulgadas pela Sa\u00fade, o crescimento da taxa de mortalidade pela doen\u00e7a passou a crescer nos \u00faltimos anos, quando passou de 12,6 \u00f3bitos por 100 mil habitantes em 2019 para 17,8 em 2020.<\/p>\n<p>O aumento mais expressivo da taxa ocorre em pessoas com 60 anos ou mais. No ano de 2019, as faixas et\u00e1rias de 60 a 69 anos, 70 a 79 anos e 80 anos ou mais, apresentavam, respectivamente, 28,1; 69,6 e 283,2 \u00f3bitos por 100 mil habitantes. J\u00e1 em 2021, os n\u00fameros saltaram para 41,4; 97 e 381,7 \u00f3bitos, representando os maiores resultados dos \u00faltimos dez anos.<\/p>\n<p>Segundo uma amostra coletada pela Pesquisa de Vigil\u00e2ncia de Fatores de Risco e Prote\u00e7\u00e3o para Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas por Inqu\u00e9rito Telef\u00f4nico (Vigitel), realizada em 2021 e publicada em 2022, a frequ\u00eancia de adultos (com 18 anos ou mais) do conjunto das capitais brasileiras que referiram diagn\u00f3stico de hipertens\u00e3o arterial foi de 26,3%, o que representa um aumento significativo em rela\u00e7\u00e3o aos dados obtidos em 2011, em que o percentual foi de 24,3%.<\/p>\n<h3>Diagn\u00f3stico e tratamento<\/h3>\n<p>Apesar de estar relacionada a fatores gen\u00e9ticos, o consumo de alimentos com elevada concentra\u00e7\u00e3o de sal e a falta da pr\u00e1tica de exerc\u00edcios f\u00edsicos contribuem com o desenvolvimento e evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, assim como a pr\u00e1tica do tabagismo e o consumo de \u00e1lcool.<\/p>\n<p>Maria del Carmen Molina, diretora do Departamento de An\u00e1lise Epidemiol\u00f3gica e Vigil\u00e2ncia de Doen\u00e7as n\u00e3o Transmiss\u00edveis do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, alerta que o tratamento adequado pode contribuir para o controle da hipertens\u00e3o. \u201d\u00c9 de fundamental import\u00e2ncia o diagn\u00f3stico precoce para determinar o tratamento. Al\u00e9m dos medicamentos dispon\u00edveis atualmente, \u00e9 imprescind\u00edvel que as pessoas tenham acesso a uma vida mais saud\u00e1vel\u201d, explica a diretora.<\/p>\n<p>Medir a press\u00e3o de modo regular \u00e9 a \u00fanica maneira de diagnosticar a hipertens\u00e3o arterial, aponta o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Pessoas acima dos 20 anos devem medir a press\u00e3o ao menos uma vez no ano. Caso haja hist\u00f3rico de pessoas com a doen\u00e7a na fam\u00edlia, \u00e9 recomend\u00e1vel que a press\u00e3o arterial seja aferida no m\u00ednimo duas vezes por ano.<\/p>\n<p>Para o tratamento, o Sistema \u00danico de Sa\u00fade (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/SUS\">SUS<\/a>) fornece gratuitamente medicamentos nas Unidades B\u00e1sicas de Sa\u00fade (UBS) e pelo programa <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/farmacia-popular\">Farm\u00e1cia Popular<\/a>. A receita dos medicamentos pode ser emitida tanto por um profissional da rede p\u00fablica de sa\u00fade quanto por um m\u00e9dico que atende hospitais ou cl\u00ednicas privadas. O tratamento n\u00e3o farmacol\u00f3gico pode ser realizado nas UBS e outros equipamentos sociais.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil atingiu a mais alta taxa de mortalidade por hipertens\u00e3o arterial (press\u00e3o alta) dos \u00faltimos dez anos, segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Um levantamento do Sistema de Informa\u00e7\u00e3o sobre Mortalidade (SIM) para o ano de 2021 aponta que ocorreram 18,7 \u00f3bitos por 100 mil habitantes. 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