{"id":23880,"date":"2026-06-19T15:58:20","date_gmt":"2026-06-19T18:58:20","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2026\/06\/19\/andre-correa-do-lago-industria-fossil-ja-redireciona-investimentos-para-outros-setores\/"},"modified":"2026-06-19T15:58:20","modified_gmt":"2026-06-19T18:58:20","slug":"andre-correa-do-lago-industria-fossil-ja-redireciona-investimentos-para-outros-setores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2026\/06\/19\/andre-correa-do-lago-industria-fossil-ja-redireciona-investimentos-para-outros-setores\/","title":{"rendered":"Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago: ind\u00fastria f\u00f3ssil j\u00e1 redireciona investimentos para outros setores"},"content":{"rendered":"<p>O presidente da COP30, <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/andre-correa-do-lago\">Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago<\/a>, afirma que a ind\u00fastria de <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/combust%C3%ADveis%20f%C3%B3sseis\">combust\u00edveis f\u00f3sseis<\/a> j\u00e1 reage de forma inteligente \u00e0 press\u00e3o da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, deslocando investimentos para frentes como a petroqu\u00edmica e se ajustando ao avan\u00e7o da eletrifica\u00e7\u00e3o em mercados como China e \u00cdndia, que devem reduzir bruscamente a demanda por gasolina nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>\u201cOs f\u00f3sseis n\u00e3o v\u00e3o ser amigos de um processo que, de certa forma, clama pela elimina\u00e7\u00e3o, mas h\u00e1 usos diferentes\u201d, diz, em <a href=\"https:\/\/portal.jota.info\/coberturas-especiais\/matriz\/crise-do-petroleo-em-ormuz-esta-promovendo-a-diversificacao-energetica-para-renovaveis-diz-ana-toni?ju=off\">entrevista exclusiva<\/a> ao <strong><span class=\"jota\">JOTA<\/span><\/strong>, durante a Confer\u00eancia dos \u00d3rg\u00e3os Subsidi\u00e1rios da UNFCCC (SB64), em Bonn, na Alemanha. Ainda que 80% da energia mundial dependa hoje de combust\u00edveis f\u00f3sseis, segundo ele, essa depend\u00eancia n\u00e3o impede a transi\u00e7\u00e3o, mas exige que ela seja feita de forma gradual e setorialmente diferenciada.<\/p>\n<p>A entrevista ocorreu na etapa intersessional entre a COP30, realizada em Bel\u00e9m, e a COP31, marcada para novembro em Ant\u00e1lia, na Turquia. Para Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago, esse per\u00edodo deve ser usado para acelerar a implementa\u00e7\u00e3o dos compromissos j\u00e1 firmados, foco que, segundo ele, foi decretado naquela confer\u00eancia diante de 30 anos de negocia\u00e7\u00f5es e de um ac\u00famulo de decis\u00f5es que, muitas vezes, nem o pr\u00f3prio setor privado conhecia.<\/p>\n<p class=\"jota-cta\"><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/coberturas-especiais\/matriz\">O <span class=\"jota\">JOTA<\/span> realizou in loco a cobertura da SB64, que reuniu o PIB global em peso de olho no futuro da energia e da economia verde \u2013 assuntos do projeto especial Matriz<\/a><\/p>\n<p>Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago tamb\u00e9m comentou as oportunidades econ\u00f4micas abertas pela agenda de implementa\u00e7\u00e3o, os efeitos da aus\u00eancia dos Estados Unidos nas negocia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e os riscos de desigualdade ligados \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de minerais cr\u00edticos. <strong>Confira a entrevista completa abaixo<\/strong>.<\/p>\n<div class=\"jota-article__embed\"><\/div>\n<p><strong>Vivian Oswald: Estamos na SB64, a \u00faltima grande reuni\u00e3o t\u00e9cnica antes da COP31, num momento em que tudo parece precisar avan\u00e7ar com pressa diante do cen\u00e1rio geopol\u00edtico atual. Em que fase estamos da implementa\u00e7\u00e3o, e que oportunidades esse contexto abre?<\/strong><\/p>\n<p>Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago: Estamos muito contentes com a recep\u00e7\u00e3o ao modelo que o Brasil prop\u00f4s para essa fase das COPs. Foi em Bel\u00e9m que decretamos que o foco das pr\u00f3ximas confer\u00eancias deveria passar a ser a implementa\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o a negocia\u00e7\u00e3o. Isso virou uma vantagem, h\u00e1 muito j\u00e1 aprovado para se construir em cima.<\/p>\n<p>Por isso entramos nessa fase. A palavra-chave, que j\u00e1 era a daquela confer\u00eancia, \u00e9 urg\u00eancia. O tempo para manter a temperatura sob controle \u00e9 cada vez mais curto, e o que estamos fazendo certo ainda n\u00e3o est\u00e1 na escala necess\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>O cen\u00e1rio atual torna o mapa do caminho para se afastar dos f\u00f3sseis, compromisso assumido em Bel\u00e9m, ainda mais relevante, mesmo sem ser negocia\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria na ONU? Como o setor privado se envolve nele?<\/strong><\/p>\n<p>Em Bel\u00e9m, conseguimos avan\u00e7os significativos na negocia\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m estruturamos agendas de a\u00e7\u00e3o em torno da implementa\u00e7\u00e3o do balan\u00e7o geral do Acordo de Paris, usando-o como base para agir. O setor privado entendeu bem essa l\u00f3gica. Uma terceira frente foi adiantar dois temas que estavam meio enterrados, o afastamento progressivo dos combust\u00edveis f\u00f3sseis e o desmatamento.<\/p>\n<p>Os dois avan\u00e7am com base em informa\u00e7\u00f5es de pa\u00edses, organismos internacionais e do pr\u00f3prio setor privado, e o interesse \u00e9 cada vez maior. A situa\u00e7\u00e3o geopol\u00edtica \u00e9 ruim para o mundo, mas, por outro lado, chama mais aten\u00e7\u00e3o para a necessidade de superar essa crise, e a discuss\u00e3o em torno da implementa\u00e7\u00e3o j\u00e1 d\u00e1 uma previsibilidade importante para o setor.<\/p>\n<p><strong>Onde est\u00e3o as principais oportunidades para o setor privado? E o de-risking, tema no qual o senhor vem insistindo desde o BRICS do ano passado, ligado a seguros e financiamento?<\/strong><\/p>\n<p>A dimens\u00e3o econ\u00f4mica do combate \u00e0 mudan\u00e7a do clima ganhou peso desde o G20 brasileiro e se fortaleceu no BRICS. H\u00e1 uma percep\u00e7\u00e3o dos custos da mudan\u00e7a do clima frente \u00e0 ina\u00e7\u00e3o, quanto isso custa para seguradoras, para os or\u00e7amentos estatais em desastres como o do Rio Grande do Sul, onde a maior parte dos recursos usados veio da Uni\u00e3o, e a perda de 5% a 8% do PIB em pa\u00edses atingidos por eventos extremos.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 grande potencial em investimentos de infraestrutura urbana, de interesse do setor privado e com efeito positivo na adapta\u00e7\u00e3o da economia. N\u00e3o se trata de tratar a mudan\u00e7a do clima como oportunismo, mas de alinhar interesses, seguradoras cada vez mais conscientes do risco, inclusive em regi\u00f5es dos Estados Unidos onde j\u00e1 n\u00e3o se consegue mais segurar um im\u00f3vel, novas tecnologias e a ideia do acelerador, um sistema para eleger anualmente duas ou tr\u00eas iniciativas capazes de gerar um efeito domin\u00f3 positivo na ado\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p><strong>Com os renov\u00e1veis cada vez mais baratos, mas os f\u00f3sseis ainda dif\u00edceis de abandonar dado o volume de investimento envolvido, qual papel as petroleiras v\u00e3o ter na transi\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Ainda t\u00eam um papel importante, porque 80% da energia mundial depende hoje de f\u00f3sseis. Mas h\u00e1 avan\u00e7os r\u00e1pidos, estava todo mundo falando nos corredores sobre eletrifica\u00e7\u00e3o, tema forte na agenda de a\u00e7\u00e3o de Bel\u00e9m. Eletrifica\u00e7\u00e3o significa coisas diferentes, troca por carros el\u00e9tricos em alguns pa\u00edses, acesso \u00e0 eletricidade em pa\u00edses em desenvolvimento. O desafio \u00e9 juntar qualidade de vida, redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es e o papel que os f\u00f3sseis ainda t\u00eam nisso. As estat\u00edsticas que estamos levantando para o mapa do caminho mostram que essa depend\u00eancia econ\u00f4mica dos Estados em rela\u00e7\u00e3o aos f\u00f3sseis pode ser, ela mesma, o maior obst\u00e1culo \u00e0 transi\u00e7\u00e3o, dado o tamanho da infraestrutura mundial constru\u00edda em torno deles.<\/p>\n<p>N\u00e3o d\u00e1 para imaginar desmontar algo que, ainda que de forma imperfeita, funciona para a maioria das pessoas. Mas essa crise, com pre\u00e7os inst\u00e1veis e custo de guerra, deixou mais evidente o tamanho do risco de seguir dependendo dela.<\/p>\n<p class=\"jota-cta\"><a href=\"https:\/\/inteligencia.jota.info\/estudio-jota?utm_source=framer&amp;utm_medium=site&amp;utm_campai%5B%E2%80%A6%5Dlp_estudio_jota&amp;utm_content=header_topo_home_estudio_jota&amp;_gl=1*x8tmur*_gcl_au*MTA3OTM4MTM0Ni4xNzc2MTA3NDM5LjIzOTc2MTcxMy4xNzc3MzI2ODAxLjE3NzczMjcwNTM.*_ga*OTUxMDk5NDEyLjE3MjgzMjI4Mzk.*_ga_L4XEVW3ZK0*czE3Nzk5OTA5ODEkbzE1MyRnMCR0MTc3OTk5MDk4NSRqNTYkbDAkaDM3MTAxMTY2MCRkQUdQQzVUekFlcVdoMUFEMUo5YjBXbHVBQl96QnFIYjJ0Zw\">Crise do petr\u00f3leo deixa mercados em ebuli\u00e7\u00e3o, e o <span class=\"jota\">JOTA<\/span> cobre o que est\u00e1 em jogo para a energia e a economia verde. Entenda como as marcas podem participar.<\/a><\/p>\n<p><strong>Como fazer os f\u00f3sseis serem amigos desse processo de transi\u00e7\u00e3o, sem gerar muita resist\u00eancia?<\/strong><\/p>\n<p>Os f\u00f3sseis n\u00e3o v\u00e3o ser amigos de um processo que, de certa forma, clama por sua elimina\u00e7\u00e3o, mas h\u00e1 usos diferentes. A maior parte do petr\u00f3leo vai para gasolina e diesel, ent\u00e3o, se China e \u00cdndia, os maiores mercados de autom\u00f3veis do mundo, migram para carros el\u00e9tricos, isso j\u00e1 indica uma queda brutal na demanda por gasolina. Por isso, a ind\u00fastria f\u00f3ssil est\u00e1 direcionando investimento para outros setores, como a petroqu\u00edmica, que hoje usa cerca de 15% do petr\u00f3leo extra\u00eddo e pode produzir com menos emiss\u00f5es do que outras ind\u00fastrias. \u00c9 uma rea\u00e7\u00e3o inteligente, j\u00e1 que essas empresas t\u00eam capital, conhecimento e presen\u00e7a em diversos mercados para isso.<\/p>\n<p>E essa movimenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o depende dos Estados Unidos, porque a agenda de a\u00e7\u00e3o n\u00e3o exige consenso, \u00e9 uma forma de empresas e estados participarem independentemente da posi\u00e7\u00e3o de qualquer governo.<\/p>\n<p><strong>Como o senhor v\u00ea essa n\u00e3o participa\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos, que cortaram subs\u00eddios a renov\u00e1veis mas continuam investindo pesado em f\u00f3sseis?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 grave que nenhum outro pa\u00eds tenha sa\u00eddo do Acordo de Paris como os Estados Unidos fizeram, nem mesmo seus aliados mais pr\u00f3ximos. Alguns analistas aqui comentam que \u00e9 como se o governo americano estivesse contra tudo que \u00e9 cient\u00edfico ou progressista, da vacina ao clima, e por isso seria quase natural que n\u00e3o estivessem presentes nessa agenda. Mas o grupo de estados americanos que ainda apoia o Acordo de Paris representa mais da metade do PIB do pa\u00eds, e as grandes empresas americanas, por serem multinacionais, precisam manter padr\u00f5es globais independentemente do governo federal. N\u00e3o precisamos dos Estados Unidos para negociar, precisamos que a economia americana se mova na dire\u00e7\u00e3o certa.<\/p>\n<p><strong>Ent\u00e3o a previsibilidade da agenda de a\u00e7\u00e3o acaba prevalecendo, e quem ficar de fora corre o risco de ficar atr\u00e1s?<\/strong><\/p>\n<p>Exatamente.<\/p>\n<p><strong>Os minerais cr\u00edticos viraram um tema geopol\u00edtico relevante na transi\u00e7\u00e3o, importante para novas tecnologias e investimentos. N\u00e3o correm o risco de se tornar um novo fator de desigualdade? Isso n\u00e3o deveria ter mais peso nas negocia\u00e7\u00f5es de uma transi\u00e7\u00e3o justa?<\/strong><\/p>\n<p>Os minerais cr\u00edticos s\u00e3o centrais para os esfor\u00e7os de transi\u00e7\u00e3o, e o temor \u00e9 que pr\u00e1ticas ruins de outros ciclos econ\u00f4micos se repitam aqui. Por isso, precisamos garantir que essa nova economia seja mais justa e d\u00ea mais peso \u00e0 dimens\u00e3o da justi\u00e7a clim\u00e1tica do que as fases econ\u00f4micas anteriores, e a transi\u00e7\u00e3o justa \u00e9 um dos temas mais importantes lan\u00e7ados nessa negocia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Existe o risco de uma nova forma de neoliberalismo e de explora\u00e7\u00e3o indevida desses minerais. Mas tudo pode ser bem feito, como os biocombust\u00edveis brasileiros, fruto de d\u00e9cadas de experi\u00eancia. Defendo que boa legisla\u00e7\u00e3o e boas pr\u00e1ticas sejam divulgadas e estimuladas, e essa \u00e9 uma \u00e1rea em que o Brasil tem lideran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Qual \u00e9 o principal desafio daqui para frente?<\/strong><\/p>\n<p>Sinto um esp\u00edrito geral positivo nos corredores. No ano passado, aqui em Bonn, a tens\u00e3o era imensa, com frustra\u00e7\u00e3o no mundo em desenvolvimento sobre os rumos do financiamento definidos em Baku. Bel\u00e9m devolveu essa confian\u00e7a, e por isso esta reuni\u00e3o est\u00e1 mais tranquila que a do ano passado, quase ir\u00f4nico, j\u00e1 que negociamos num momento dif\u00edcil e agora os outros herdam uma situa\u00e7\u00e3o bem melhor.<\/p>\n<p>Mas isso n\u00e3o significa que j\u00e1 saibam exatamente como v\u00e3o conseguir esse dinheiro. O principal desafio agora \u00e9 manter esse esp\u00edrito para fortalecer as tr\u00eas dimens\u00f5es, negocia\u00e7\u00e3o, agenda de a\u00e7\u00e3o e financiamento. Os pa\u00edses desenvolvidos t\u00eam encontrado formas cada vez mais criativas de justificar as dificuldades em cumprir suas obriga\u00e7\u00f5es de financiamento.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente da COP30, Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago, afirma que a ind\u00fastria de combust\u00edveis f\u00f3sseis j\u00e1 reage de forma inteligente \u00e0 press\u00e3o da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, deslocando investimentos para frentes como a petroqu\u00edmica e se ajustando ao avan\u00e7o da eletrifica\u00e7\u00e3o em mercados como China e \u00cdndia, que devem reduzir bruscamente a demanda por gasolina nos pr\u00f3ximos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23880"}],"collection":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23880"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23880\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23880"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23880"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23880"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}