{"id":22269,"date":"2026-04-23T07:58:18","date_gmt":"2026-04-23T10:58:18","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2026\/04\/23\/fmi-banco-central-e-o-tesouro-nacional\/"},"modified":"2026-04-23T07:58:18","modified_gmt":"2026-04-23T10:58:18","slug":"fmi-banco-central-e-o-tesouro-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2026\/04\/23\/fmi-banco-central-e-o-tesouro-nacional\/","title":{"rendered":"FMI, Banco Central e o Tesouro Nacional"},"content":{"rendered":"<p>No inconsciente coletivo brasileiro, especialmente entre os maiores de quarenta e cinco anos (que acompanharam o notici\u00e1rio econ\u00f4mico dos anos 1980 e conheceram a remarca\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os e a inseguran\u00e7a contratual no Brasil antes do Plano Real), a d\u00edvida p\u00fablica \u00e9 algo muito negativo. Mais do que isso: seria a antessala da hiperinfla\u00e7\u00e3o e, por isso, o endividamento deveria n\u00e3o s\u00f3 ser evitado, talvez at\u00e9 proibido. Governo bom seria aquele ungido pela austeridade extrema, que opera no limite do que \u00e9 arrecadado e n\u00e3o precisa recorrer a empr\u00e9stimos.<\/p>\n<p>Exageros \u00e0 parte, no fim das contas, h\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o concreta e muito justa (considerando o hist\u00f3rico de nossa economia): aumento excessivo de gastos, d\u00e9ficits or\u00e7ament\u00e1rios constantes e descontrole da d\u00edvida podem levar a processos inflacion\u00e1rios. E a volta da escalada de pre\u00e7os ainda \u00e9 um dos maiores medos do brasileiro m\u00e9dio.<\/p>\n<p class=\"jota-cta\"><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/produtos\/tributos?utm_source=cta-site&amp;utm_medium=site&amp;utm_campaign=campanha_tributos_q2&amp;utm_id=cta_texto_tributos_q2_2023&amp;utm_term=cta_texto_tributos&amp;utm_term=cta_texto_tributos_meio_materias\"><span>Conhe\u00e7a o <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Tributos, plataforma de monitoramento tribut\u00e1rio para empresas e escrit\u00f3rios com decis\u00f5es e movimenta\u00e7\u00f5es do Carf, STJ e STF<\/span><\/a><\/p>\n<p>No entanto, n\u00e3o obstante os riscos, os governos recorrem ao endividamento e isso faz parte dos debates econ\u00f4mico, jur\u00eddico e pol\u00edtico cotidianos. E interessa a agentes p\u00fablicos, ao mercado financeiro, aos investidores individuais e tem efeitos na vida das pessoas comuns. A taxa de juros (a famosa \u201c<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/Selic\">taxa SELIC<\/a>\u201d, atualmente em 14,75% ao ano) mais do que servir como percentual de remunera\u00e7\u00e3o das LFTs (um dos t\u00edtulos negociados pelo <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/Tesouro%20Nacional\">Tesouro Nacional<\/a> e muito utilizado pelo Banco Central para executar a pol\u00edtica monet\u00e1ria), serve como o par\u00e2metro de retorno do capital privado e dos investimentos em geral. Mais do que isso: pouco se discute, mas a flutua\u00e7\u00e3o da \u201ctaxa SELIC\u201d impacta fortemente as despesas com juros. Ou seja, os setores p\u00fablico e privado da economia est\u00e3o unidos pela d\u00edvida p\u00fablica, especialmente atados pelos efeitos da varia\u00e7\u00e3o da taxa de juros, sem contar com o fato de que a d\u00edvida p\u00fablica (do lado devedor) tem como contrapartida a riqueza privada (do lado credor).<\/p>\n<p>Dito isso, qual seria o montante adequado da d\u00edvida de um pa\u00eds? Qual seria o par\u00e2metro para se afirmar que a d\u00edvida p\u00fablica de um pa\u00eds \u00e9 baixa, elevada ou insustent\u00e1vel (ou seja, descontrolada)? Uma d\u00edvida correspondente a 100% do PIB representaria necessariamente um cen\u00e1rio apocal\u00edptico?<\/p>\n<p>Em outubro de 2025, a revista <strong><em>The Economist<\/em><\/strong> divulgou uma an\u00e1lise, sob o t\u00edtulo sugestivo de \u201c<em>Governments going broke<\/em>\u201d (algo como, \u201cos governos est\u00e3o quebrando\u201d). O segundo item trata exatamente do dimensionamento das d\u00edvidas, com a pergunta \u201c<em>How much public debt is too much?<\/em>\u201d<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftn1\">[1]<\/a>. Para decep\u00e7\u00e3o de muitos, o texto abre com a seguinte constata\u00e7\u00e3o: \u201c<em>Uma das raz\u00f5es pelas quais os economistas t\u00eam um hist\u00f3rico ruim em prever crises fiscais \u00e9 que n\u00e3o existe um n\u00edvel definido em que a d\u00edvida possa ser considerada excessiva. Eles preferem avaliar se a rela\u00e7\u00e3o d\u00edvida\/PIB est\u00e1 est\u00e1vel ou crescente<\/em>.\u201d E conclui: \u201c<em>As taxas de juros e o crescimento <\/em>[do PIB]<em> definem o limite do perigo<\/em>.\u201d Ou seja, a avalia\u00e7\u00e3o do limite \u00f3timo da d\u00edvida p\u00fablica requer uma an\u00e1lise de in\u00fameras vari\u00e1veis.<\/p>\n<p>Dito isso, recentemente (em abril de 2026), o <strong>Fundo Monet\u00e1rio Internacional<\/strong> (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/FMI\">FMI<\/a>) divulgou o relat\u00f3rio \u201c<em>Fiscal policy under pressure: high debt, rising risks<\/em>\u201d,<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftn2\">[2]<\/a> indicando o crescimento do endividamento p\u00fablico global e os riscos fiscais decorrentes. No que diz respeito ao Brasil, os n\u00fameros apresentados geraram algum ru\u00eddo e d\u00favidas quanto ao efetivo montante da d\u00edvida p\u00fablica nacional. E reacendeu as perguntas: a d\u00edvida p\u00fablica brasileira \u00e9 elevada? E sendo elevada, \u00e9 sustent\u00e1vel?<\/p>\n<p>Em determinado trecho do documento, consta que, embora \u201c<em>a economia global tenha demonstrado resili\u00eancia <\/em>[entre 2025 e 2026],<em> o cen\u00e1rio fiscal piorou. A d\u00edvida p\u00fablica global bruta subiu para quase 94% do PIB em 2025 e, seguindo a trajet\u00f3ria atual, atingir\u00e1 100% em 2029, um n\u00edvel alcan\u00e7ado apenas no per\u00edodo p\u00f3s-Segunda Guerra Mundial<\/em>.\u201d A an\u00e1lise ainda acrescenta que as preocupa\u00e7\u00f5es n\u00e3o se resumem ao elevado grau de endividamento. T\u00e3o (ou mais) grave quanto os valores em termos absolutos \u00e9 a trajet\u00f3ria crescente esperada para os pr\u00f3ximos anos, como tamb\u00e9m o aumento das despesas com juros, tudo agravado pela reduzida margem de manobra dos governos nacionais (por motivos estruturais e conjunturais).<\/p>\n<p>Como fica o Brasil nesse quadro? De acordo com o FMI, a m\u00e9dia da rela\u00e7\u00e3o d\u00edvida\/PIB no grupo dos pa\u00edses emergentes \u00e9 de 57,5%. Desse conjunto, \u00cdndia (84%) e Brasil (93%) s\u00e3o destaques negativos. No entanto, n\u00e3o obstante semelhantes em muitos aspectos, as trajet\u00f3rias desses dois pa\u00edses s\u00e3o opostas. Isso porque \u201c<em>as taxas de endividamento devem diminuir ou se estabilizar na Argentina e na \u00cdndia, por exemplo, sustentadas por uma forte din\u00e2mica de crescimento nominal e pela consolida\u00e7\u00e3o fiscal em curso. Em contrapartida, v\u00e1rios outros grandes mercados emergentes \u2014 incluindo Brasil, Pol\u00f4nia, Rom\u00eania, R\u00fassia e Ar\u00e1bia Saudita \u2014 dever\u00e3o manter d\u00e9ficits fiscais consider\u00e1veis durante um per\u00edodo significativo no m\u00e9dio prazo<\/em>.\u201d Ou seja, para o FMI, a d\u00edvida p\u00fablica brasileira \u00e9 elevada e, mantidas as condi\u00e7\u00f5es atuais, caminha para a insustentabilidade: ao final de 2025 chegou a 93% em propor\u00e7\u00e3o do PIB, com trajet\u00f3ria de alta para os pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>No mesmo dia (15 de abril) em que o FMI disponibilizou sua an\u00e1lise e seus dados, o Minist\u00e9rio da Fazenda brasileiro publicou nota informando que os percentuais divulgados pelo Fundo diferem dos n\u00fameros com os quais o governo trabalha. As diverg\u00eancias seriam resultado de \u201c<em>diferen\u00e7as metodol\u00f3gicas e de par\u00e2metros, amplamente conhecidas e mutuamente compreendidas<\/em>\u201d<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftn3\">[3]<\/a>.<\/p>\n<p>Entre os operadores jur\u00eddicos que estudam e trabalham com d\u00edvida p\u00fablica, essa multiplicidade de conceitos j\u00e1 \u00e9 conhecida. A come\u00e7ar pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal, em que consta \u201cd\u00edvida p\u00fablica\u201d (art. 48, II; art. 163, II e IV); \u201cd\u00edvida mobili\u00e1ria federal\u201d (art. 48, XIV); \u201cd\u00edvida consolidada\u201d (art. 52, VI), entre outros exemplos, como \u00e9 o caso da chamada \u201cNecessidade de Financiamento do Setor P\u00fablico\u201d (NFSP), que \u00e9 o indicador utilizado na gest\u00e3o da d\u00edvida p\u00fablica federal para cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es vincendas ao longo do exerc\u00edcio financeiro. H\u00e1 tamb\u00e9m os conceitos de \u201cD\u00edvida L\u00edquida do Setor P\u00fablico\u201d (DLSP) e \u201cD\u00edvida Bruta do Governo Geral\u201d (DBGG). Ali\u00e1s, com a vig\u00eancia do chamado Novo Arcabou\u00e7o Fiscal (LC 200\/2023), a DBGG foi al\u00e7ada \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de par\u00e2metro oficial da sustentabilidade da d\u00edvida p\u00fablica (art. 2\u00ba, \u00a7 1\u00ba), sendo apurada pelo Banco Central (art. 2\u00ba, \u00a7 4\u00ba).<\/p>\n<p>Nesse contexto, conforme as informa\u00e7\u00f5es da autoridade monet\u00e1ria,<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftn4\">[4]<\/a> a DBGG brasileira fechou 2025 em 78,7%, ao passo que a DSLP ficou em 65,3%. Ou seja, percentuais menores do que o divulgado pelo FMI.<\/p>\n<p>Como se pode ver, n\u00e3o s\u00f3 os n\u00fameros, mas os conceitos tamb\u00e9m diferem. Dito isso, qual \u00e9, afinal, o montante devido pelo Brasil? Seria 93% do <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/PIB\">PIB<\/a> nacional, conforme o FMI? Ou 78,7% (DBGG) ou ainda 65,3% (DLSP), segundo o Banco Central? Qual percentual seria o mais pr\u00f3ximo da realidade e, consequentemente, o mais confi\u00e1vel?<\/p>\n<p>Por quest\u00e3o de espa\u00e7o e respeito \u00e0 paci\u00eancia do leitor que chegou at\u00e9 aqui, o texto n\u00e3o indicar\u00e1 os detalhes de cada um dos conceitos de d\u00edvida. Isso porque, at\u00e9 que se prove o contr\u00e1rio, todos os valores apurados e divulgados s\u00e3o confi\u00e1veis e possuem plena credibilidade. Assim, partindo do pressuposto de que n\u00e3o h\u00e1 erros t\u00e9cnicos nas estat\u00edsticas do FMI, do <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/Banco%20Central\">Banco Central<\/a>, do Tesouro Nacional, muito menos do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (que s\u00e3o as principais fontes sobre a d\u00edvida p\u00fablica brasileira), n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar que h\u00e1 um conceito ideal e abstratamente prefer\u00edvel aos demais. Cada defini\u00e7\u00e3o objetiva real\u00e7ar e dar mais transpar\u00eancia a determinados pontos considerados relevantes (como as intera\u00e7\u00f5es e compensa\u00e7\u00f5es entre as diversas classes de passivos p\u00fablicos ou mesmo a abrang\u00eancia do que se entende por \u201cgoverno\u201d). Desse modo, os conceitos chegam a resultados distintos porque buscam finalidades distintas e, para isso, adotam metodologias igualmente distintas.<\/p>\n<p class=\"jota-cta\"><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/cadastro-em-newsletter-curadoria-jota-pro-tributos\">Receba de gra\u00e7a todas as sextas-feiras um resumo da semana tribut\u00e1ria no seu email<\/a><\/p>\n<p>Dessa forma, o ideal \u00e9 que os agentes econ\u00f4micos (p\u00fablicos e privados) e os cidad\u00e3os em geral, mesmo sem precisar dominar quest\u00f5es cont\u00e1beis de cada estat\u00edstica, tenham em mente a exist\u00eancia de distin\u00e7\u00f5es conceituais e metodol\u00f3gicas, que resultam em olhares distintos sobre a dimens\u00e3o e os impactos da d\u00edvida p\u00fablica.<\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 refor\u00e7ar a transpar\u00eancia, o debate democr\u00e1tico e a cidadania fiscal, possibilitando o mais abrangente acompanhamento dessas quest\u00f5es, de modo a deixar no passado, como pe\u00e7as de museu, a triste mem\u00f3ria brasileira das consequ\u00eancias do descontrole do endividamento, associado \u00e0 hiperinfla\u00e7\u00e3o, aos juros elevados e aos efeitos sociais dos choques de austeridades, que historicamente s\u00e3o os rem\u00e9dios indicados pelo FMI para tais situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftnref1\">[1]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.economist.com\/special-report\/2025\/10\/13\/how-much-public-debt-is-too-much\">https:\/\/www.economist.com\/special-report\/2025\/10\/13\/how-much-public-debt-is-too-much<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftnref2\">[2]<\/a> Dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/www.imf.org\/en\/publications\/fm\/issues\/2026\/04\/15\/fiscal-monitor-april-2026\">https:\/\/www.imf.org\/en\/publications\/fm\/issues\/2026\/04\/15\/fiscal-monitor-april-2026<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftnref3\">[3]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/canais_atendimento\/imprensa\/notas-a-imprensa\/2026\/abril\/ministerio-da-fazenda-reforca-compromisso-com-estabilidade-fiscal-e-reducao-da-trajetoria-da-divida\">https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/canais_atendimento\/imprensa\/notas-a-imprensa\/2026\/abril\/ministerio-da-fazenda-reforca-compromisso-com-estabilidade-fiscal-e-reducao-da-trajetoria-da-divida<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftnref4\">[4]<\/a> \u201cEstat\u00edsticas Fiscais\u201d. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.bcb.gov.br\/content\/estatisticas\/hist_estatisticasfiscais\/202601_Texto_de_estatisticas_fiscais.pdf\">https:\/\/www.bcb.gov.br\/content\/estatisticas\/hist_estatisticasfiscais\/202601_Texto_de_estatisticas_fiscais.pdf<\/a>).<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No inconsciente coletivo brasileiro, especialmente entre os maiores de quarenta e cinco anos (que acompanharam o notici\u00e1rio econ\u00f4mico dos anos 1980 e conheceram a remarca\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os e a inseguran\u00e7a contratual no Brasil antes do Plano Real), a d\u00edvida p\u00fablica \u00e9 algo muito negativo. 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