{"id":21142,"date":"2026-03-09T18:24:51","date_gmt":"2026-03-09T21:24:51","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/?p=21142"},"modified":"2026-03-09T18:24:51","modified_gmt":"2026-03-09T21:24:51","slug":"2a-camara-confirma-decisao-de-primeiro-grau-e-condena-empregado-a-indenizar-escola-por-danos-morais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2026\/03\/09\/2a-camara-confirma-decisao-de-primeiro-grau-e-condena-empregado-a-indenizar-escola-por-danos-morais\/","title":{"rendered":"2\u00aa C\u00e2mara confirma decis\u00e3o de primeiro grau e condena empregado a indenizar escola por danos morais"},"content":{"rendered":"<p><span>2\u00aa C\u00e2mara confirma decis\u00e3o de primeiro grau e condena empregado a indenizar escola por danos morais<\/span><\/p>\n<div>  <a href=\"https:\/\/trt15.jus.br\/noticia\/2026\/2a-camara-confirma-decisao-de-primeiro-grau-e-condena-empregado-indenizar-escola-por\"><\/a>\n<\/div>\n<p><span><span>anagatto<\/span><\/span><\/p>\n<p><span>Seg, 09\/03\/2026 &#8211; 15:24<\/span><\/p>\n<div>\n<div>2\u00aa C\u00e2mara confirma decis\u00e3o de primeiro grau e condena empregado a indenizar escola por danos morais<\/div>\n<div>\n<div class=\"visually-hidden\">Conte\u00fado da Not\u00edcia<\/div>\n<div>\n<p>A 2\u00aa C\u00e2mara do Tribunal Regional do Trabalho da 15\u00aa Regi\u00e3o manteve a condena\u00e7\u00e3o de um empregado a indenizar por danos morais uma escola de idiomas, onde atuava como coordenador, por pr\u00e1tica de uma s\u00e9rie de atos que teriam maculado a imagem da empresa e sua s\u00f3cia. O colegiado reduziu, por\u00e9m, o valor arbitrado originariamente pelo Ju\u00edzo da Vara do Trabalho de Barretos em R$ 5 mil, para R$ 800,00, considerando esse um \u201cvalor razo\u00e1vel\u201d, devido ao sal\u00e1rio de R$ 2.300 percebido pelo empregado.<\/p>\n<p>O empregado foi admitido em 20\/7\/2023 e dispensado por justa causa em 23\/10\/2023, com base no artigo 482, al\u00edneas \u201cj\u201d (ato lesivo da honra ou da boa fama praticado no servi\u00e7o contra qualquer pessoa, ou ofensas f\u00edsicas) e \u201ch\u201d (ato de indisciplina ou de insubordina\u00e7\u00e3o) da CLT. Segundo constou dos autos, a prova oral das testemunhas confirmou a gravidade dos atos praticados pelo empregado, que envolveu tentativa de agress\u00e3o \u00e0 \u00a0s\u00f3cia-propriet\u00e1ria do estabelecimento, discuss\u00e3o com outro professor na frente de alunos (causando transtornos e o cancelamento de matr\u00edculas por parte de alunos que ouviram o ocorrido), manipula\u00e7\u00e3o de notas e exclus\u00e3o de arquivos da empresa, al\u00e9m de den\u00fancia de ass\u00e9dio a alunas para favorecimento de encontros amorosos.<\/p>\n<p>Ele negou, afirmando que \u201ca dispensa foi injusta e que, na verdade, foi v\u00edtima de ass\u00e9dio moral\u201d por parte da s\u00f3cia, que culminou em uma discuss\u00e3o na qual ela teria se descontrolado e o ofendido.\u00a0<br \/>\nEm primeira inst\u00e2ncia, o Ju\u00edzo afirmou que ficou configurado o dano moral (no caso da pessoa jur\u00eddica), considerando-se \u201ca gravidade dos atos praticados pelo r\u00e9u, o potencial de dano \u00e0 reputa\u00e7\u00e3o da escola e de sua s\u00f3cia, e o abalo \u00e0 confian\u00e7a da comunidade escolar\u201d.<\/p>\n<p>O relator do ac\u00f3rd\u00e3o, desembargador Helio Grasselli, afirmou que \u201co ato do trabalhador, para caracterizar a justa causa, deve ter uma potencialidade lesiva de tal monta que abale a fid\u00facia existente no contrato de trabalho\u201d e que \u201co empregador, ao imputar ao trabalhador a pr\u00e1tica de falta grave motivadora da resili\u00e7\u00e3o contratual, deve carrear aos autos prova robusta e cabal de sua ocorr\u00eancia, tendo em vista suas devastadoras consequ\u00eancias pecuni\u00e1rias, profissionais e morais relativamente ao trabalhador\u201d. O colegiado, no mesmo sentido da senten\u00e7a de primeira inst\u00e2ncia, entendeu que \u201cficaram comprovados os fatos que ensejaram a aplica\u00e7\u00e3o da pena de demiss\u00e3o por justa causa do empregado\u201d, e sobre os danos morais, \u201ca altera\u00e7\u00e3o de notas de alunos e a exclus\u00e3o de arquivos do computador da Institui\u00e7\u00e3o de ensino s\u00e3o demasiadamente graves e atentam contra a credibilidade e a seriedade da empresa autora\u201d, concluiu. (Processo \u00a00010040-29.2024.5.15.0011)<\/p>\n<p><em>Foto: banco de imagens.<\/em><\/p>\n<p><em>Esta mat\u00e9ria \u00e9 meramente informativa.<\/em><br \/><em>Permitida a reprodu\u00e7\u00e3o mediante cita\u00e7\u00e3o da fonte.<br \/>\nCoordenadoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social.<br \/>\nTRT-15<br \/>\nTel.(19) 3236 1789<br \/>\nimprensa@trt15.jus.br<\/em><\/p>\n<\/div><\/div>\n<div>\n<div>Unidade Respons\u00e1vel:<\/div>\n<div>Comunica\u00e7\u00e3o Social<\/div>\n<\/div>\n<div>Seg, 09\/03\/2026 &#8211; 15:24<\/div>\n<p>      <span class=\"a2a_kit a2a_kit_size_16 addtoany_list\"><a class=\"a2a_dd addtoany_share\" href=\"https:\/\/www.addtoany.com\/share#url=https%3A%2F%2Ftrt15.jus.br%2Fnoticia%2F2026%2F2a-camara-confirma-decisao-de-primeiro-grau-e-condena-empregado-indenizar-escola-por&amp;title=2%C2%AA%20C%C3%A2mara%20confirma%20decis%C3%A3o%20de%20primeiro%20grau%20e%20condena%20empregado%20a%20indenizar%20escola%20por%20danos%20morais\"><\/a><a class=\"a2a_button_whatsapp\"><\/a><a class=\"a2a_button_google_gmail\"><\/a><a class=\"a2a_button_twitter\"><\/a><a class=\"a2a_button_facebook\"><\/a><a class=\"a2a_button_linkedin\"><\/a><\/span><\/p><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>2\u00aa C\u00e2mara confirma decis\u00e3o de primeiro grau e condena empregado a indenizar escola por danos morais anagatto Seg, 09\/03\/2026 &#8211; 15:24 2\u00aa C\u00e2mara confirma decis\u00e3o de primeiro grau e condena empregado a indenizar escola por danos morais Conte\u00fado da Not\u00edcia A 2\u00aa C\u00e2mara do Tribunal Regional do Trabalho da 15\u00aa Regi\u00e3o manteve a condena\u00e7\u00e3o de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":21143,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21142"}],"collection":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21142"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21142\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21143"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21142"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21142"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21142"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}