{"id":19480,"date":"2025-12-25T03:06:48","date_gmt":"2025-12-25T06:06:48","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/12\/25\/o-principio-de-destino-e-a-transicao-longa-das-receitas-tributarias\/"},"modified":"2025-12-25T03:06:48","modified_gmt":"2025-12-25T06:06:48","slug":"o-principio-de-destino-e-a-transicao-longa-das-receitas-tributarias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/12\/25\/o-principio-de-destino-e-a-transicao-longa-das-receitas-tributarias\/","title":{"rendered":"O princ\u00edpio de destino e a transi\u00e7\u00e3o longa das receitas tribut\u00e1rias"},"content":{"rendered":"<p>A <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/Reforma%20Tribut%C3%A1ria\">reforma tribut\u00e1ria<\/a> provocou uma mudan\u00e7a paradigm\u00e1tica no sistema tribut\u00e1rio brasileiro ao trazer, pela primeira vez, a figura de um tributo de compet\u00eancia compartilhada entre Estados e Munic\u00edpios, o <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/IBS\">IBS<\/a> (imposto de bens e servi\u00e7os), art. 156-A, da CF.<\/p>\n<p>Com isso retirou-se um elemento central do modelo tribut\u00e1rio nacional: a identidade \u00fanica de sujeito ativo do tributo, definida pela lei LOCAL do ente federado, que institu\u00eda o tributo, cuja compet\u00eancia a Constitui\u00e7\u00e3o lhe deferia.<\/p>\n<p>Como j\u00e1 defendido em outro artigo<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftn1\">[1]<\/a>, perdeu-se o pilar estruturante do <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/contencioso\">contencioso<\/a> judicial, que permitia ao contribuinte identificar quem \u00e9 o sujeito ativo do tributo, qual \u00e9 a justi\u00e7a competente para debater o tributo, qual a secretaria de fazenda e a procuradoria competentes para ocupar o polo passivo da rela\u00e7\u00e3o processual.<\/p>\n<p class=\"jota-cta\"><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/produtos\/tributos?utm_source=cta-site&amp;utm_medium=site&amp;utm_campaign=campanha_tributos_q2&amp;utm_id=cta_texto_tributos_q2_2023&amp;utm_term=cta_texto_tributos&amp;utm_term=cta_texto_tributos_meio_materias\"><span>Conhe\u00e7a o <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Tributos, plataforma de monitoramento tribut\u00e1rio para empresas e escrit\u00f3rios com decis\u00f5es e movimenta\u00e7\u00f5es do Carf, STJ e STF<\/span><\/a><\/p>\n<p>Neste artigo, gostaria de evoluir a reflex\u00e3o e mostrar como essa mudan\u00e7a afeta o regime de precat\u00f3rios dos Estados e a gest\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/d%C3%ADvida%20ativa\">d\u00edvida ativa<\/a> dos Estados e munic\u00edpios.<\/p>\n<p>Essa mudan\u00e7a \u00e9 causada n\u00e3o apenas pela cria\u00e7\u00e3o de um imposto de compet\u00eancia compartilhada entre Estados e Munic\u00edpios (IBS), mas pela institui\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio do destino no IVA.<\/p>\n<p>O <strong>princ\u00edpio do destino<\/strong> determina que o tributo \u00e9 devido ao ente federado (Estado e munic\u00edpio) onde ocorreu o consumo. Este aspecto espacial do tributo, est\u00e1 minuciosamente descrito para cada tipo de opera\u00e7\u00e3o com bens e servi\u00e7os no art. 11 da LC 214\/25.<\/p>\n<p>Acontece que em raz\u00e3o de o atual modelo de <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/iCMS\">ICMS<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/ISS\">ISS<\/a> n\u00e3o contemplar o princ\u00edpio de destino e sim um modelo em que o tributo \u00e9 devido em sua maioria na origem (local do estabelecimento vendedor de mercadoria ou servi\u00e7o) e parcialmente no destino, nas vendas interestaduais (especialmente p\u00f3s EC 87\/15), foi necess\u00e1rio ao legislador criar um per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A transi\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria porque <strong>impacta profundamente as receitas de tributos dos Estados e Munic\u00edpios<\/strong>. Para que a reforma fosse aprovada, pactuou-se uma <strong>transi\u00e7\u00e3o longa<\/strong>, <strong>de 50 anos, para a migra\u00e7\u00e3o total da destina\u00e7\u00e3o das receitas do novo tributo IBS aos Estados e Munic\u00edpios de destino<\/strong>.<\/p>\n<p>\u00c9 essa transi\u00e7\u00e3o longa da distribui\u00e7\u00e3o das receitas que tem sido pouqu\u00edssimo abordada. E o que prev\u00ea essa transi\u00e7\u00e3o longa de distribui\u00e7\u00e3o de receitas? Para facilitar a compreens\u00e3o colocarei duas figuras que ilustram <strong>como ser\u00e1 calculada a receita do IBS que cada Estado e Munic\u00edpio receber\u00e1 a partir de 2029.<\/strong><\/p>\n\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Haver\u00e1 durante 50 anos um <strong>crit\u00e9rio misto de destina\u00e7\u00e3o do IBS arrecadado<\/strong>: (i) <strong>um percentual, que cresce a cada ano, ser\u00e1 baseado no destino da opera\u00e7\u00e3o<\/strong>, identificado no documento fiscal e (ii) o restante ser\u00e1 baseado em um percentual do Estado ou Munic\u00edpio em rela\u00e7\u00e3o ao todo arrecadado de IBS. Esse <strong>percentual ser\u00e1 fixo<\/strong> no per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o (at\u00e9 2077) e ser\u00e1 <strong>baseado na performance m\u00e9dia arrecadat\u00f3ria daquele ente federado no per\u00edodo de 2019 a 2026. <\/strong><\/p>\n<p>O que temos, portanto, nesse novo modelo \u00e9: (i) aus\u00eancia de defini\u00e7\u00e3o pr\u00e9via ao acontecimento do fato tribut\u00e1rio de quem \u00e9 o sujeito ativo do tributo, em raz\u00e3o da compet\u00eancia compartilhada e do princ\u00edpio de destino, (ii) a receita arrecadada do IBS pelos pr\u00f3ximos 50 anos n\u00e3o pertence integralmente aos entes de destino (sujeito ativo).<\/p>\n<p>Ou seja, at\u00e9 2077, o sujeito ativo do IBS (Estado ou munic\u00edpio de destino) n\u00e3o receber\u00e1 a integralidade deste tributo. <strong>O valor a ser recebido depender\u00e1 dos c\u00e1lculos feitos pelo CGIBS conforme figuras anteriores<\/strong>.<\/p>\n<p>Outra mudan\u00e7a significativa diz respeito <strong>\u00e0 apura\u00e7\u00e3o centralizada do IBS da matriz e filiais<\/strong>. O ICMS, ao contr\u00e1rio, \u00e9 apurado segregadamente por estabelecimento.<\/p>\n<p>O que isso impacta? Muita coisa. Imagine uma empresa varejista que atua nacionalmente e possui filiais em v\u00e1rios estados e munic\u00edpios. Eventualmente o Comit\u00ea Gestor decide fiscalizar seu ano de 2033, envolvendo todas as suas opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Quando a empresa for fiscalizada pelo Comit\u00ea Gestor, segundo o PLP 108\/24 ser\u00e1 designada uma administra\u00e7\u00e3o fiscal titular e uma co-titular, que representar\u00e3o, por delega\u00e7\u00e3o, os demais entes<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftn2\">[2]<\/a>. Eventuais autos de infra\u00e7\u00e3o lavrados, envolver\u00e3o receitas de v\u00e1rios Estados e Munic\u00edpios de destino das opera\u00e7\u00f5es de bens e servi\u00e7os fiscalizadas.<\/p>\n<p><strong>Assim, o auto de infra\u00e7\u00e3o apesar de lavrado por determinada administra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria estadual e municipal (titular e co-titular), via CGIBS, n\u00e3o ter\u00e1 receitas de apenas um ente ou dois entes federados.<\/strong><\/p>\n<p>No modelo atual de cobran\u00e7a de ISS e ICMS, um auto de infra\u00e7\u00e3o lavrado continha APENAS receita do Estado ou munic\u00edpio que lavrou o auto. Ap\u00f3s essa lavratura do auto de infra\u00e7\u00e3o e ap\u00f3s eventual impugna\u00e7\u00e3o administrativa desse auto se encerrar, esses valores eram inscritos na d\u00edvida ativa daquele Estado ou munic\u00edpio.<\/p>\n<p>A d\u00edvida ativa \u00e9 o registro do ente federativo dos seus cr\u00e9ditos de natureza tribut\u00e1ria e n\u00e3o tribut\u00e1ria, com a rela\u00e7\u00e3o dos valores devidos e dos seus devedores. Ela \u00e9 reconhecida como um t\u00edtulo executivo extrajudicial, conferindo ao ente o direito de executar judicialmente ou extrajudicialmente o cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>Como os autos de infra\u00e7\u00e3o de IBS lavrados pelo Comit\u00ea Gestor conter\u00e3o receitas de IBS de anos diversos, de destinos variados, <strong>n\u00e3o haver\u00e1 como inscrever em D\u00edvida Ativa de um \u00fanico Estado esse auto de infra\u00e7\u00e3o por completo<\/strong>. Para dividir entre os entes federados as receitas de IBS nele contidos ter\u00e1 que ser usada a regra da transi\u00e7\u00e3o de 50 anos, descrita nas figuras mencionadas neste artigo.<\/p>\n<p>Diante desse novo cen\u00e1rio, precisamos nos indagar se \u00e9 razo\u00e1vel pensar que para cobrar esse auto de infra\u00e7\u00e3o, tenha que se fazer dezenas ou centenas de inscri\u00e7\u00f5es em d\u00edvida ativa e ajuizar v\u00e1rias execu\u00e7\u00f5es fiscais ou protestos (cobran\u00e7a extrajudicial), de acordo com a parcela de receita de cada Estado e Munic\u00edpio destinat\u00e1rio das opera\u00e7\u00f5es investigadas no auto de infra\u00e7\u00e3o. Corre-se o risco de toda a racionaliza\u00e7\u00e3o e simplifica\u00e7\u00e3o feita na cobran\u00e7a e fiscaliza\u00e7\u00e3o ser perdida na etapa posterior.<\/p>\n<p>N\u00e3o se deve olvidar que para saber exatamente quanto de receita daquele auto de infra\u00e7\u00e3o compete a cada ente federado ser\u00e1 inevit\u00e1vel o aux\u00edlio do CGIBS com as informa\u00e7\u00f5es sobre destino e sobre percentual devido a cada ente federado.<\/p>\n<p>De igual forma, eventual impugna\u00e7\u00e3o judicial a este auto de infra\u00e7\u00e3o que resulte em restitui\u00e7\u00e3o de tributo ao contribuinte dar\u00e1 origem a um <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/precat%C3%B3rio\">precat\u00f3rio<\/a> que n\u00e3o tem um \u00fanico ente federado condenado \u00e0 restitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim, uma a\u00e7\u00e3o declarat\u00f3ria, um mandado de seguran\u00e7a ou at\u00e9 mesmo uma a\u00e7\u00e3o anulat\u00f3ria de auto de infra\u00e7\u00e3o de IBS, dificilmente envolver\u00e1 apenas um Estado e um munic\u00edpio. Nessa circunst\u00e2ncia, <strong>a pergunta que devemos fazer \u00e9: como manter a atual estrutura do contencioso judicial em que cada procuradoria defender\u00e1 seu ente federado e cada Tribunal de Justi\u00e7a Estadual somente emitir\u00e1 precat\u00f3rios de d\u00edvidas de seu Estado?<\/strong> Dificilmente existir\u00e1 essa a\u00e7\u00e3o que envolver\u00e1 apenas um ou dois entes federados, considerando o princ\u00edpio de destino do IBS.<\/p>\n<p>Pensar em um litiscons\u00f3rcio necess\u00e1rio de v\u00e1rios Estados e Munic\u00edpios para defesa dessas a\u00e7\u00f5es \u00e9 incompat\u00edvel com a simplifica\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o do contencioso pretendida pela reforma.<\/p>\n<p>Portanto, assim como a arrecada\u00e7\u00e3o ordin\u00e1ria do IBS (cobran\u00e7a usual do tributo) ser\u00e1 gerida pelo Comit\u00ea Gestor, por auditores fiscais de carreira dos Estados e Munic\u00edpios, exercendo suas fun\u00e7\u00f5es, parece aconselh\u00e1vel, para n\u00e3o ocorrer a perda de racionaliza\u00e7\u00e3o, que eventual cobran\u00e7a judicial por execu\u00e7\u00f5es fiscais e defesas judiciais das a\u00e7\u00f5es de IBS deveriam ser coordenadas pelo Comit\u00ea Gestor, com um corpo de procuradores estaduais e municipais designados especialmente por seus entes de origem, segundo regras que observem a representatividade dos entes no CGIBS, tal qual na fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Esses procuradores participariam da Diretoria de procuradorias e seriam incumbidos de exercer a defesa do IBS em nome de todos estados e munic\u00edpios e de coordenar a comunica\u00e7\u00e3o com a PGFN, a fim de harmonizar a atua\u00e7\u00e3o na defesa de IBS e CBS.<\/p>\n<p>Essa coordena\u00e7\u00e3o traz racionalidade e uniformidade de atua\u00e7\u00e3o, pois todos os procuradores seguiriam a mesma linha interpretativa. Ademais, permite uma gest\u00e3o <em>data driven<\/em> do contencioso, pois os dados sobre os processos, como teses debatidas e os resultados nos tribunais, poderiam ser geridos de forma racionalizada e estruturada, o que dificilmente ocorrer\u00e1 mantendo cada Estado e Munic\u00edpio se defendendo nessas a\u00e7\u00f5es sem uma coordena\u00e7\u00e3o efetiva e integrada.<\/p>\n<p>H\u00e1 que se reconhecer uma verdade inafast\u00e1vel: n\u00e3o existe mais IBS s\u00f3 de um Estado ou de um munic\u00edpio. A atua\u00e7\u00e3o individual de cada ente federado em ju\u00edzo impacta a TODOS. Por isso, n\u00e3o h\u00e1 como existir a coordena\u00e7\u00e3o que a Constitui\u00e7\u00e3o imp\u00f5e ao Comit\u00ea gestor do contencioso judicial se cada Estado e munic\u00edpio continuar fazendo suas defesas de forma individual, sem uma atua\u00e7\u00e3o integrada via CGIBS.<\/p>\n<p class=\"jota-cta\"><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/cadastro-em-newsletter-curadoria-jota-pro-tributos\">Receba de gra\u00e7a todas as sextas-feiras um resumo da semana tribut\u00e1ria no seu email<\/a><\/p>\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, algumas propostas para o contencioso judicial se mostram mais aderentes a este novo paradigma tribut\u00e1rio brasileiro, como a cria\u00e7\u00e3o de um Judici\u00e1rio especializado, virtual, com composi\u00e7\u00e3o mista de ju\u00edzes federais e estaduais, que ao final da demanda possa expedir precat\u00f3rios a serem geridos por uma lista pr\u00f3pria pelo Comit\u00ea Gestor do IBS, para serem posteriormente pagos pelos entes federados com seus recursos do IBS sob gest\u00e3o do CGIBS.<\/p>\n<p>Essa justi\u00e7a virtual e especializada, com um sistema informacional \u00fanico, permitiria igualmente um melhor acesso \u00e0 justi\u00e7a aos contribuintes, aos estados e munic\u00edpios, que precisar\u00e3o atuar em \u00e2mbito nacional, al\u00e9m de ser ben\u00e9fica por permitir uma interliga\u00e7\u00e3o de sistemas do Judici\u00e1rio (Pje) e entes federados mais racional, econ\u00f4mica e coerente com uma gest\u00e3o baseada em dados.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftnref1\">[1]<\/a> https:\/\/www.jota.info\/opiniao-e-analise\/colunas\/elas-no-jota\/contencioso-judicial-pos-reforma-ou-revolucao-tributaria<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftnref2\">[2]<\/a> Art. 4\u00ba, \u00a73\u00ba do PLP 108\/24<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A reforma tribut\u00e1ria provocou uma mudan\u00e7a paradigm\u00e1tica no sistema tribut\u00e1rio brasileiro ao trazer, pela primeira vez, a figura de um tributo de compet\u00eancia compartilhada entre Estados e Munic\u00edpios, o IBS (imposto de bens e servi\u00e7os), art. 156-A, da CF. Com isso retirou-se um elemento central do modelo tribut\u00e1rio nacional: a identidade \u00fanica de sujeito ativo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19480"}],"collection":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19480"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19480\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19480"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19480"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19480"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}