{"id":17956,"date":"2025-11-03T07:58:35","date_gmt":"2025-11-03T10:58:35","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/11\/03\/trf1-mantem-co-habilitacao-ao-reidi-de-fornecedora-de-aerogeradores-para-eolicas\/"},"modified":"2025-11-03T07:58:35","modified_gmt":"2025-11-03T10:58:35","slug":"trf1-mantem-co-habilitacao-ao-reidi-de-fornecedora-de-aerogeradores-para-eolicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/11\/03\/trf1-mantem-co-habilitacao-ao-reidi-de-fornecedora-de-aerogeradores-para-eolicas\/","title":{"rendered":"TRF1 mant\u00e9m co-habilita\u00e7\u00e3o ao Reidi de fornecedora de aerogeradores para e\u00f3licas"},"content":{"rendered":"<p>A 13\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/trf1\">TRF1<\/a>) manteve a co-habilita\u00e7\u00e3o da Siemens Gamesa Energia Renov\u00e1vel Ltda. ao Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). O entendimento un\u00e2nime foi de que os aerogeradores s\u00e3o indispens\u00e1veis para os parques e\u00f3licos beneficiados pelo regime.<\/p>\n<p>Com isso, a empresa respons\u00e1vel por fornecer, instalar e colocar em funcionamento os aerogeradores de centrais geradoras e\u00f3licas localizadas na <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/bahia\">Bahia<\/a> garantiu a suspens\u00e3o da incid\u00eancia das contribui\u00e7\u00f5es para o Programa de Integra\u00e7\u00e3o Social (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/pis\">PIS<\/a>) e a Contribui\u00e7\u00e3o para o Financiamento da Seguridade Social (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/cofins\">Cofins<\/a>) previstas no Reidi. A decis\u00e3o transitou em julgado no final de julho \u2013 ou seja, n\u00e3o cabe recurso.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/produtos\/tributos?utm_source=cta-site&amp;utm_medium=site&amp;utm_campaign=campanha_tributos_q2&amp;utm_id=cta_texto_tributos_q2_2023&amp;utm_term=cta_texto_tributos&amp;utm_term=cta_texto_tributos_meio_materias\"><span>Conhe\u00e7a o <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Tributos, plataforma de monitoramento tribut\u00e1rio para empresas e escrit\u00f3rios com decis\u00f5es e movimenta\u00e7\u00f5es do Carf, STJ e STF<\/span><\/a><\/h3>\n<p>O benef\u00edcio havia sido confirmado por meio de um mandado de seguran\u00e7a pela 10\u00aa Vara Federal da Se\u00e7\u00e3o Judici\u00e1ria da Bahia. Ao ju\u00edzo de primeira inst\u00e2ncia, a contribuinte argumentou que a restri\u00e7\u00e3o da co-habilita\u00e7\u00e3o ao Reidi para empresas que executarem obras de constru\u00e7\u00e3o civil era ilegal porque n\u00e3o est\u00e1 prevista na <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2007-2010\/2007\/lei\/l11488.htm\">Lei 11.488\/2007<\/a>, norma que criou o regime especial. A regra adicional est\u00e1 presente s\u00f3 est\u00e1 presente no <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2007-2010\/2007\/decreto\/D6144.htm\">Decreto 6.144\/2007<\/a> e na <a href=\"https:\/\/normasinternet2.receita.fazenda.gov.br\/#\/consulta\/externa\/15706\/visao\/multivigente\">Instru\u00e7\u00e3o Normativa da Receita Federal do Brasil 758\/2007<\/a> (revogada).<\/p>\n<p>A Fazenda recorreu da decis\u00e3o alegando que a contribuinte era \u201cmera fornecedora de equipamentos para os projetos e\u00f3licos\u201d e que ela n\u00e3o executa obras de constru\u00e7\u00e3o civil, conforme exigido pelo decreto e pela instru\u00e7\u00e3o normativa da Receita. Sobre a exig\u00eancia, defendeu que os dois textos cumpriram sua fun\u00e7\u00e3o regulamentadora sem qualquer viola\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios legais ou constitucionais.<\/p>\n<p>No TRF1, prevaleceu o entendimento do relator do caso, desembargador Roberto Carvalho Veloso. Ele lembrou que as jurisprud\u00eancias do <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/stf\">Supremo Tribunal Federal<\/a> e dos tribunais regionais federais n\u00e3o admitem que normativos infralegais, como decretos e instru\u00e7\u00f5es normativas, criem restri\u00e7\u00f5es ou exig\u00eancias n\u00e3o previstas na legisla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/marketing-lp-conversao-jota-pro-energia\">Conhe\u00e7a o <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Energia, monitoramento jur\u00eddico e pol\u00edtico para empresas do setor<\/a><\/h3>\n<p>O magistrado tamb\u00e9m pontuou que a contribuinte desempenha \u201cpapel essencial na implementa\u00e7\u00e3o dos projetos de gera\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica\u201d e excluir do Reidi fornecedores de equipamentos essenciais violaria o princ\u00edpio da isonomia tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p>\u201cO tratamento desigual conferido \u00e0s empresas que atuam em setores igualmente relevantes para o desenvolvimento da infraestrutura nacional n\u00e3o encontra justificativa razo\u00e1vel e configura discrimina\u00e7\u00e3o indevida por parte do Poder Executivo\u201d, escreveu.<\/p>\n<p>A advogada Claudia Frias, do escrit\u00f3rio Briganti Advogados, representou a empresa e afirmou que o resultado \u00e9 importante porque resguardou o intuito da Lei 11.488\/2007, que \u00e9 fomentar o desenvolvimento do pa\u00eds por meio de obras de infraestrutura. Destacou, ainda, que o Reidi \u00e9 um dos poucos benef\u00edcios que ser\u00e3o mantidos pela <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/reforma-tributaria\">reforma tribut\u00e1ria<\/a>.<\/p>\n<p>O processo no TRF1 \u00e9 o 0035893-56.2015.4.01.3300.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 13\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o (TRF1) manteve a co-habilita\u00e7\u00e3o da Siemens Gamesa Energia Renov\u00e1vel Ltda. ao Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). O entendimento un\u00e2nime foi de que os aerogeradores s\u00e3o indispens\u00e1veis para os parques e\u00f3licos beneficiados pelo regime. 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