{"id":16279,"date":"2025-10-08T09:09:18","date_gmt":"2025-10-08T12:09:18","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/10\/08\/carf-anula-cobranca-sobre-alienacao-de-cotas-da-holding-ibopepar\/"},"modified":"2025-10-08T09:09:18","modified_gmt":"2025-10-08T12:09:18","slug":"carf-anula-cobranca-sobre-alienacao-de-cotas-da-holding-ibopepar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/10\/08\/carf-anula-cobranca-sobre-alienacao-de-cotas-da-holding-ibopepar\/","title":{"rendered":"Carf anula cobran\u00e7a sobre aliena\u00e7\u00e3o de cotas da holding Ibopepar"},"content":{"rendered":"<p>Por maioria de cinco votos a um, a 1\u00aa Turma da 4\u00aa C\u00e2mara da 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/Carf\">Carf<\/a>) cancelou uma <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/autuacao-fiscal\">autua\u00e7\u00e3o fiscal<\/a> por suposto ganho de capital na aliena\u00e7\u00e3o de cotas da holding Ibopepar. O processo envolvia uma pessoa f\u00edsica responsabilizada com base em uma opera\u00e7\u00e3o realizada pela extinta 3D Montenegro Participa\u00e7\u00f5es S.A, da qual foi s\u00f3cia.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/produtos\/tributos?utm_source=cta-site&amp;utm_medium=site&amp;utm_campaign=campanha_tributos_q2&amp;utm_id=cta_texto_tributos_q2_2023&amp;utm_term=cta_texto_tributos&amp;utm_term=cta_texto_tributos_meio_materias\">Esta reportagem foi antecipada a assinantes <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Tributos em 31\/7. Conhe\u00e7a a plataforma do <span class=\"jota\">JOTA<\/span> de monitoramento tribut\u00e1rio para empresas e escrit\u00f3rios, que traz decis\u00f5es e movimenta\u00e7\u00f5es do Carf, STJ e STF<\/a><\/h3>\n<p>A 3D Montenegro detinha, originalmente, participa\u00e7\u00e3o societ\u00e1ria na holding, e juntamente com outras holdings familiares controlavam a empresa Ibope. Com a extin\u00e7\u00e3o formal da empresa (3D), essas cotas foram transferidas para os s\u00f3cios pessoas f\u00edsicas, incluindo a recorrente, em opera\u00e7\u00e3o de redu\u00e7\u00e3o de capital. A <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/receita-federal\">Receita Federal<\/a> alegava que a extin\u00e7\u00e3o teria sido utilizada como instrumento de planejamento fiscal abusivo, com o objetivo de deslocar a tributa\u00e7\u00e3o da pessoa jur\u00eddica para a pessoa f\u00edsica.<\/p>\n<p>Para o relator, conselheiro Daniel Ribeiro Silva, o lan\u00e7amento foi direcionado de forma indevida \u00e0 pessoa f\u00edsica, uma vez que o suposto ganho de capital decorreu de opera\u00e7\u00e3o que teria ocorrido quando a pessoa jur\u00eddica n\u00e3o mais existia.<\/p>\n<p>Segundo ele, a fiscaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o indicou qualquer dispositivo legal que autorizasse atribuir responsabilidade tribut\u00e1ria direta \u00e0 ex-s\u00f3cia, de forma isolada, sobretudo ap\u00f3s a extin\u00e7\u00e3o regular da empresa. Al\u00e9m disso, a autoridade fiscal, ao passo que sustentou que a venda ocorreu pela pessoa jur\u00eddica, indicou como data do fato gerador o momento de venda pela pessoa f\u00edsica. O \u00fanico a divergir foi o conselheiro Fernando Augusto Carvalho de Sousa.<\/p>\n<p>O caso tramita com o n\u00famero 16561.720040\/2019-74.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por maioria de cinco votos a um, a 1\u00aa Turma da 4\u00aa C\u00e2mara da 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) cancelou uma autua\u00e7\u00e3o fiscal por suposto ganho de capital na aliena\u00e7\u00e3o de cotas da holding Ibopepar. 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