{"id":16131,"date":"2025-10-07T06:00:30","date_gmt":"2025-10-07T09:00:30","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/10\/07\/inovacao-e-soberania-no-sus-alianca-necessaria-para-a-hemofilia\/"},"modified":"2025-10-07T06:00:30","modified_gmt":"2025-10-07T09:00:30","slug":"inovacao-e-soberania-no-sus-alianca-necessaria-para-a-hemofilia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/10\/07\/inovacao-e-soberania-no-sus-alianca-necessaria-para-a-hemofilia\/","title":{"rendered":"Inova\u00e7\u00e3o e soberania no SUS: alian\u00e7a necess\u00e1ria para a hemofilia"},"content":{"rendered":"<p>O tratamento da hemofilia no Brasil traz \u00e0 tona um desafio recorrente do <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/Sus\">SUS<\/a>: como garantir acesso universal e equitativo a terapias inovadoras, mantendo a sustentabilidade or\u00e7ament\u00e1ria e fortalecendo a soberania produtiva do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O tema envolve a experi\u00eancia de centenas de fam\u00edlias, representadas pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Pessoas com Hemofilia (ABRAPHEM), o papel estrat\u00e9gico da Hemobr\u00e1s e as diretrizes do <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/ministerio-da-saude\">Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/a>. Juntas, essas vozes revelam como inova\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o nacional n\u00e3o s\u00e3o caminhos antag\u00f4nicos, mas complementares.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/produtos\/saude?utm_source=cta-site&amp;utm_medium=site&amp;utm_campaign=campanha_saude_q2&amp;utm_id=cta_texto_saude_q2_2023&amp;utm_term=cta_texto_saude&amp;utm_term=cta_texto_saude_meio_materias\"><span>Com not\u00edcias da Anvisa e da ANS, o <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Sa\u00fade entrega previsibilidade e transpar\u00eancia para empresas do setor<\/span><\/a><\/h3>\n<h3>A experi\u00eancia das fam\u00edlias: ades\u00e3o e obst\u00e1culos<\/h3>\n<p>A ABRAPHEM realizou o estudo <em>\u201c<\/em><a href=\"https:\/\/abraphem.org.br\/mapeamento-da-jornada-do-paciente-com-hemofilia-no-brasil\/\"><em>Mapeamento da Jornada do Paciente Menor de 6 Anos com Hemofilia A Grave no Brasil<\/em><\/a><em>\u201d<\/em>, que reuniu dados de pacientes e cuidadores em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds. O levantamento mostra que, apesar da disponibilidade gratuita dos medicamentos pelo SUS, as barreiras \u00e0 ades\u00e3o ao tratamento ainda s\u00e3o significativas.<\/p>\n<p>A presidente da associa\u00e7\u00e3o, Mariana Battazza, enfatiza: \u201cA disponibilidade de medica\u00e7\u00e3o n\u00e3o significa necessariamente acesso e garantia de desfecho cl\u00ednico desejado, porque o resultado depende fortemente da ades\u00e3o ao tratamento\u201d. Ela lembra que, no caso da hemofilia, a ades\u00e3o est\u00e1 sujeita a fatores espec\u00edficos da rotina das fam\u00edlias: \u201cexistem vari\u00e1veis e barreiras que alteram completamente a chance de uma ades\u00e3o adequada\u201d.<\/p>\n<p>Um dos maiores desafios \u00e9 a administra\u00e7\u00e3o endovenosa frequente. \u201cA necessidade de infus\u00f5es endovenosas sucessivas dificulta a ades\u00e3o, principalmente nas crian\u00e7as, que em geral t\u00eam um acesso venoso mais dif\u00edcil. As v\u00e1rias tentativas de pun\u00e7\u00e3o trazem o risco de hemorragias e complica\u00e7\u00f5es que podem levar \u00e0 s\u00edndrome compartimental\u201d, explica Mariana.<\/p>\n<p>O impacto \u00e9 maior nas crian\u00e7as, para quem a pun\u00e7\u00e3o \u00e9 dolorosa e muitas vezes exige repetidas tentativas, resultando no aumento dos riscos de hemorragias e em perda de medicamento em 27,5% dos casos. Segundo a pesquisa, 61% das fam\u00edlias precisam de duas ou mais tentativas para cada infus\u00e3o e 59% dependem de ajuda externa \u2014 hospitais, centros de tratamento ou terceiros \u2014 para aplicar o fator. Essa depend\u00eancia gera custos adicionais e eleva a carga emocional do cuidado.<\/p>\n<p>Os dados ilustram a sobrecarga: 69% dos cuidadores apontam o acesso venoso como o maior obst\u00e1culo; 97% relatam irrita\u00e7\u00e3o e sofrimento da crian\u00e7a durante a infus\u00e3o; e 98% reconhecem viver sobrecarga emocional, sendo que 88% temem um sangramento grave ou morte. \u201cSomados, esses aspectos revelam o enorme peso que o tratamento imp\u00f5e sobre pacientes e cuidadores, comprometendo significativamente a qualidade de vida\u201d, resume Mariana.<\/p>\n<p>O impacto tamb\u00e9m atinge a vida profissional das fam\u00edlias. Segundo a pesquisa, 73% dos cuidadores tiveram preju\u00edzo em suas atividades de trabalho e 35% precisaram abandonar completamente sua ocupa\u00e7\u00e3o. \u201cEsses n\u00fameros revelam que a hemofilia n\u00e3o \u00e9 apenas uma quest\u00e3o cl\u00ednica. \u00c9 uma condi\u00e7\u00e3o que reorganiza a vida da fam\u00edlia inteira, criando sobrecarga social, econ\u00f4mica e emocional\u201d, observa Mariana.<\/p>\n<h3>Desfechos cl\u00ednicos e riscos permanentes<\/h3>\n<p>Mesmo com a profilaxia dispon\u00edvel, muitos pacientes continuam a ter complica\u00e7\u00f5es. O estudo mostra que 47% apresentaram de 1 a 5 epis\u00f3dios hemorr\u00e1gicos no \u00faltimo ano, enquanto 33% tiveram mais de 6 epis\u00f3dios. As manifesta\u00e7\u00f5es mais comuns foram hemartroses (49%), que, quando repetidas, levam \u00e0 artropatia hemof\u00edlica \u2014 degenera\u00e7\u00e3o articular que j\u00e1 foi identificada em 12% dos pacientes.<\/p>\n<p>\u201cUm dos dados mais surpreendentes \u00e9 que 31% dos cuidadores relatam que o paciente j\u00e1 sofreu o que entendem ser uma s\u00edndrome compartimental \u2014 condi\u00e7\u00e3o grave que pode causar dano neuromuscular irrevers\u00edvel\u201d, alerta Mariana.<\/p>\n<p>Outro achado relevante \u00e9 que 12% dos pacientes j\u00e1 tiveram hemorragia intracraniana. \u201cEsse dado \u00e9 extremamente preocupante, porque estamos falando de um evento que traz risco de vida e pode causar sequelas neurol\u00f3gicas irrevers\u00edveis\u201d, refor\u00e7a. Para Mariana, essas evid\u00eancias indicam que as terapias atuais podem trazer riscos e apontam para a necessidade de novas abordagens.<\/p>\n<h3>Alternativas terap\u00eauticas: a import\u00e2ncia da via subcut\u00e2nea<\/h3>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o de terapias por via subcut\u00e2nea aparece como um divisor de \u00e1guas para os pacientes. Al\u00e9m de eliminar o risco e a complexidade das infus\u00f5es intravenosas, permite a aplica\u00e7\u00e3o em casa pelo pr\u00f3prio cuidador, reduzindo tanto a carga emocional quanto a log\u00edstica do tratamento. Essa possibilidade oferece mais independ\u00eancia \u00e0s fam\u00edlias e melhora a qualidade de vida dos pacientes.<\/p>\n<p>Entre as alternativas, o emicizumabe vem sendo avaliado pela Comiss\u00e3o Nacional de Incorpora\u00e7\u00e3o de Tecnologias no SUS (Conitec) como poss\u00edvel tecnologia a ser incorporada no SUS para crian\u00e7as sem inibidor nessa faixa et\u00e1ria. Mariana detalha os benef\u00edcios: \u201cal\u00e9m de reduzir a sobrecarga sobre pacientes e cuidadores, o medicamento tamb\u00e9m promove desfechos cl\u00ednicos muito superiores, j\u00e1 que oferece uma hemostasia muito mais eficaz para prevenir hemorragias em compara\u00e7\u00e3o com o tratamento atual\u201d.<\/p>\n<p>Ela lembra que, em estudos cl\u00ednicos de fase 3 em crian\u00e7as \u201cnenhum paciente tratado com emicizumabe apresentou sangramentos espont\u00e2neos tratados, e n\u00e3o houve casos de sangramentos intracranianos\u201d.<\/p>\n<p>A presidente da ABRAPHEM sintetiza: \u201ca incorpora\u00e7\u00e3o do emicizumabe permitir\u00e1 um salto de qualidade no tratamento das crian\u00e7as com hemofilia A. Esse medicamento possibilita uma inf\u00e2ncia mais saud\u00e1vel, sem sequelas, sem interna\u00e7\u00f5es recorrentes, sem necessidade de tratamentos adjuvantes e com maior chance de pleno desenvolvimento escolar e social\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos benef\u00edcios cl\u00ednicos, a expectativa \u00e9 de custo-efetividade no curto, m\u00e9dio e longo prazos. O pre\u00e7o proposto indica economia ao governo e, ao prevenir complica\u00e7\u00f5es, reduz hospitaliza\u00e7\u00f5es, cirurgias e despesas assistenciais futuras.<\/p>\n<h3>Minist\u00e9rio da Sa\u00fade: avalia\u00e7\u00e3o baseada em evid\u00eancias<\/h3>\n<p>Em nota oficial para essa coluna, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade refor\u00e7a que o SUS j\u00e1 oferece uma rede estruturada de aten\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas com hemofilia, com atendimento multiprofissional, hemocentros de refer\u00eancia e fornecimento gratuito de medicamentos: \u201cEst\u00e3o dispon\u00edveis fatores de coagula\u00e7\u00e3o plasm\u00e1ticos e recombinantes, fundamentais para evitar complica\u00e7\u00f5es, al\u00e9m do emicizumabe, medicamento inovador incorporado recentemente para casos de hemofilia A com inibidor\u201d. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s inova\u00e7\u00f5es, a pasta adota um processo sistem\u00e1tico por meio da Conitec.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade informa que a Conitec avalia \u201cpotenciais benef\u00edcios em m\u00e9dio e longo prazo, custos imediatos frente \u00e0 demanda e dados de vida real\u201d. A decis\u00e3o de incorporar ou n\u00e3o uma nova tecnologia considera evid\u00eancias cient\u00edficas, impacto or\u00e7ament\u00e1rio e sustentabilidade. A participa\u00e7\u00e3o da sociedade \u00e9 destacada como parte fundamental do processo: \u201ca sociedade civil tem participa\u00e7\u00e3o ativa durante a avalia\u00e7\u00e3o, por meio de consultas p\u00fablicas, do espa\u00e7o \u2018Perspectiva do Paciente\u2019, de audi\u00eancias p\u00fablicas e da elabora\u00e7\u00e3o de diretrizes cl\u00ednicas\u201d.<\/p>\n<p>A pasta sintetiza sua posi\u00e7\u00e3o: \u201cA avalia\u00e7\u00e3o e eventual incorpora\u00e7\u00e3o de terapias inovadoras pela Conitec permitem que pacientes tenham acesso aos tratamentos de ponta, desde que baseados em evid\u00eancias e sustent\u00e1veis para o SUS\u201d.<\/p>\n<p>O minist\u00e9rio tamb\u00e9m refor\u00e7a a import\u00e2ncia do fortalecimento da produ\u00e7\u00e3o local como componente estrat\u00e9gico da Pol\u00edtica de Complexo Econ\u00f4mico-Industrial da Sa\u00fade, visando reduzir depend\u00eancia externa e assegurar soberania nacional: \u201cNo caso da f\u00e1brica da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobr\u00e1s) e do fortalecimento de outros laborat\u00f3rios oficiais, o Governo Federal investe no desenvolvimento da ind\u00fastria nacional para garantir a soberania do pa\u00eds, a seguran\u00e7a no abastecimento e reduzir \u00a0a depend\u00eancia externa em insumos estrat\u00e9gicos e assegurar a soberania nacional\u201d.<\/p>\n<h3>Hemobr\u00e1s: produ\u00e7\u00e3o nacional e escala de fornecimento<\/h3>\n<p>No campo da produ\u00e7\u00e3o p\u00fablica, a Hemobr\u00e1s desempenha papel central. O diretor de Desenvolvimento Industrial, Ant\u00f4nio Edson de Lucena, afirma que a empresa \u00e9 \u201cuma ferramenta do SUS para a incorpora\u00e7\u00e3o de tecnologias, produ\u00e7\u00e3o de medicamentos voltados \u00e0 pol\u00edtica nacional de sangue e \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia externa\u201d.<\/p>\n<p>Ele destaca a relev\u00e2ncia da estatal no fornecimento do fator VIII recombinante: \u201cno ano passado, atingimos o recorde de fornecimento do Hemo-8r ao SUS, com um total de 870 milh\u00f5es de unidades internacionais (UIs) entregues. Para este ano, a previs\u00e3o \u00e9 de um novo recorde, nos aproximando de 1 bilh\u00e3o de UIs\u201d.<\/p>\n<p>Lucena aponta como diferencial o fato de \u201cuma empresa estatal federal nacional ser a fornecedora de um medicamento que tem transformado a vida de milhares de fam\u00edlias brasileiras, sem registrar problemas relevantes no abastecimento e garantindo maior economicidade ao Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, se comparado aos valores que eram praticados antes da chegada da Hemobr\u00e1s\u201d.<\/p>\n<p>O horizonte inclui a inaugura\u00e7\u00e3o da F\u00e1brica de Medicamentos Produzidos por Biotecnologia e o in\u00edcio da etapa de envase nacional. \u201cNo in\u00edcio de 2026 j\u00e1 estaremos entrando em uma nova etapa de produ\u00e7\u00e3o, com os primeiros lotes envasados\u201d, explica. O objetivo \u00e9 alcan\u00e7ar maior autossufici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o desses medicamentos.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/marketing-lp-newsletter-ultimas-noticias?utm_source=jota&amp;utm_medium=lp&amp;utm_campaign=23-09-2024-jota-lp-eleicoes-2024-eleicoes-2024-none-audiencias-none&amp;utm_content=eleicoes-2024&amp;utm_term=none\"><span>Assine gratuitamente a newsletter \u00daltimas Not\u00edcias do <span class=\"jota\">JOTA<\/span> e receba as principais not\u00edcias jur\u00eddicas e pol\u00edticas do dia no seu email<\/span><\/a><\/h3>\n<p>A estatal tamb\u00e9m busca ampliar sua capacidade inovadora. Entre as iniciativas, destaca-se a parceria com a Fiocruz para desenvolver o NAT Plasma Hemobr\u00e1s, um teste molecular destinado a detectar v\u00edrus em amostras de plasma humano. Segundo Lucena, trata-se de \u201cum passo importante para assegurar o alto padr\u00e3o de qualidade e de biosseguran\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o dos medicamentos hemoderivados fornecidos ao SUS\u201d.<\/p>\n<p>Como empresa estatal cujo \u00fanico acionista \u00e9 o governo federal, Lucena ressalta que a Hemobr\u00e1s respeita as prioridades e possibilidades de investimento do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade: apresentou alternativas produtivas e projetos de PDP<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftn1\">[1]<\/a> e PDIL<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftn2\">[2]<\/a> voltados \u00e0 inova\u00e7\u00e3o, mas permanece sujeita \u00e0 estrat\u00e9gia de investimento da pasta. \u201cN\u00e3o tivemos os projetos aprovados neste primeiro momento, mas al\u00e9m de continuarmos a conversar com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, estamos buscando outras alternativas para garantir os recursos necess\u00e1rios para o desenvolvimento desses novos produtos\u201d, conclui.<\/p>\n<h3>Converg\u00eancia de agendas: inova\u00e7\u00e3o e soberania<\/h3>\n<p>Apesar das diferentes perspectivas, h\u00e1 consenso de que inova\u00e7\u00e3o terap\u00eautica e produ\u00e7\u00e3o nacional s\u00e3o necessidades complementares \u2014 ainda que enfrentem desafios financeiros e pol\u00edticos. A incorpora\u00e7\u00e3o de terapias como o emicizumabe pode transformar a jornada de crian\u00e7as e fam\u00edlias, reduzindo sequelas, custos e ampliando a qualidade de vida.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, reconhecer a capacidade produtiva nacional \u00e9 essencial para garantir abastecimento, previsibilidade e soberania. Sobrecarregadas, as fam\u00edlias pedem um di\u00e1logo mais pr\u00f3ximo com o poder p\u00fablico e o reconhecimento dos dados de vida real que mostram uma jornada exaustiva para a manuten\u00e7\u00e3o da vida.<\/p>\n<p>*<\/p>\n<p><em>Agrade\u00e7o a Antonio Carlos F. Teixeira pela valiosa revis\u00e3o. Uma entrevista concedida pela Abraphem para este artigo pode ser vista <a href=\"https:\/\/www.voxegov.com.br\/post\/inova%C3%A7%C3%A3o-e-soberania-no-sus-uma-alian%C3%A7a-necess%C3%A1ria-para-a-hemofilia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a><\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#_ftnref1\"><\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O tratamento da hemofilia no Brasil traz \u00e0 tona um desafio recorrente do SUS: como garantir acesso universal e equitativo a terapias inovadoras, mantendo a sustentabilidade or\u00e7ament\u00e1ria e fortalecendo a soberania produtiva do pa\u00eds. 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