{"id":14634,"date":"2025-09-23T11:02:56","date_gmt":"2025-09-23T14:02:56","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/09\/23\/o-brasil-pode-ser-exportador-de-conhecimento-diz-enviado-especial-da-cop30-para-a-agricultura\/"},"modified":"2025-09-23T11:02:56","modified_gmt":"2025-09-23T14:02:56","slug":"o-brasil-pode-ser-exportador-de-conhecimento-diz-enviado-especial-da-cop30-para-a-agricultura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/09\/23\/o-brasil-pode-ser-exportador-de-conhecimento-diz-enviado-especial-da-cop30-para-a-agricultura\/","title":{"rendered":"O Brasil pode ser exportador de conhecimento, diz enviado especial da COP30 para a agricultura"},"content":{"rendered":"<p><span>Com uma trajet\u00f3ria que inclui o comando do <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/ministerio-da-agricultura\">Minist\u00e9rio da Agricultura<\/a>, a coordena\u00e7\u00e3o do Centro de Agroneg\u00f3cio da FGV e d\u00e9cadas de atua\u00e7\u00e3o em defesa do cooperativismo, Roberto Rodrigues \u00e9 o enviado especial para a agricultura na <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/cop30\">COP30<\/a>.<\/span><\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/marketing-lp-newsletter-ultimas-noticias?utm_source=jota&amp;utm_medium=lp&amp;utm_campaign=23-09-2024-jota-lp-eleicoes-2024-eleicoes-2024-none-audiencias-none&amp;utm_content=eleicoes-2024&amp;utm_term=none\"><span>Assine gratuitamente a newsletter \u00daltimas Not\u00edcias do <span class=\"jota\">JOTA<\/span> e receba as principais not\u00edcias jur\u00eddicas e pol\u00edticas do dia no seu email<\/span><\/a><\/h3>\n<p><span>Aos 83 anos, ele articula a constru\u00e7\u00e3o de um documento \u00fanico que represente o setor na confer\u00eancia e proponha uma narrativa integrada sobre o papel do Brasil diante dos principais desafios globais: seguran\u00e7a alimentar, <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/transicao-energetica\">transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/mudancas-climaticas\">mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/desigualdade-social\">desigualdade social<\/a>. <\/span><\/p>\n<p><span>Em entrevista ao <strong><span class=\"jota\">JOTA<\/span><\/strong>, ele afirmou que, embora celebre os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos da agricultura brasileira, tamb\u00e9m reconhece os dilemas enfrentados pelo pa\u00eds. <\/span><span>A maior parte das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa no Brasil ainda est\u00e1 ligada \u00e0s mudan\u00e7as no uso da terra, com destaque para o desmatamento ilegal.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u201cVamos reconhecer os erros e deixar claro que ilegalidades n\u00e3o s\u00e3o cometidas pelos agricultores ou pelas empresas, mas por criminosos\u201d, diz Rodrigues.<\/p>\n<p><span>Neste contexto, ele defende que o pa\u00eds assuma uma posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a internacional com base em conhecimento t\u00e9cnico, coopera\u00e7\u00e3o entre cadeias produtivas e reconhecimento dos problemas que ainda precisam ser enfrentados.<\/span><\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/produtos\/poder?utm_source=cta-site&amp;utm_medium=site&amp;utm_campaign=campanha_poder_q2&amp;utm_id=cta_texto_poder_q2_2023&amp;utm_term=cta_texto_poder&amp;utm_term=cta_texto_poder_meio_materias\"><span>Conhe\u00e7a o <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Poder, plataforma de monitoramento que oferece transpar\u00eancia e previsibilidade para empresas<\/span><\/a><\/h3>\n<p><span> A seguir, confira a entrevista completa.<\/span><\/p>\n<p>Como tem sido o seu papel como enviado especial e a articula\u00e7\u00e3o com o agro em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 COP30?\u00a0<\/p>\n<p><span>Aceitei o desafio porque o embaixador Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago tem um mandato claro: implementar as decis\u00f5es desta COP e das anteriores. N\u00e3o \u00e9 discurso vazio. \u00c9 pr\u00e1tico. Criamos um grupo de trabalho com t\u00e9cnicos de v\u00e1rias entidades para preparar um documento em duas partes.<\/span><\/p>\n<p><span>A primeira conta a hist\u00f3ria da agricultura brasileira nos \u00faltimos 50 anos sob a \u00f3tica da ci\u00eancia e tecnologia, que inclui produtividade, empregos, renda, exporta\u00e7\u00e3o. Inclui insumos, m\u00e1quinas, sementes, log\u00edstica, tudo. A segunda parte tem tr\u00eas cap\u00edtulos: mostrar como o modelo brasileiro pode ser replicado no mundo tropical para enfrentar os quatro \u201cCavaleiros do Apocalipse\u201d, ou seja, garantir a seguran\u00e7a alimentar, promover a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, enfrentar as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e reduzir a desigualdade social.<\/span><\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaFvFd73rZZflK7yGD0I\">Inscreva-se no canal de not\u00edcias do <span class=\"jota\">JOTA<\/span> no WhatsApp e fique por dentro das principais discuss\u00f5es do pa\u00eds!<\/a>\u00a0<span>\u00a0<\/span><\/h3>\n<p><span>Tamb\u00e9m vamos propor a revis\u00e3o do protecionismo internacional para permitir o com\u00e9rcio justo e reconhecer problemas internos, como desmatamento ilegal e garimpo, que n\u00e3o v\u00eam do agricultor, mas precisam ser resolvidos com apoio internacional.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>Esse documento deve estar pronto at\u00e9 setembro e ser\u00e1 apresentado ao embaixador Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago e ao Minist\u00e9rio da Agricultura. A ideia \u00e9 que seja um texto \u00fanico do agroneg\u00f3cio brasileiro.<\/span><\/p>\n<p>O senhor mencionou que o texto reconhecer\u00e1 os problemas, como o desmatamento ilegal. Como lidar com as consequ\u00eancias que a criminalidade na \u00e1rea ambiental trouxe para o agro?<\/p>\n<p><span>Ao contar a hist\u00f3ria real, ficar\u00e1 claro o que \u00e9 ilegal e o que \u00e9 leg\u00edtimo. Vamos reconhecer os erros e deixar claro que ilegalidades n\u00e3o s\u00e3o cometidas pelos agricultores ou pelas empresas, mas por criminosos. Queremos que os bandidos sejam punidos. Todo o texto ser\u00e1 constru\u00eddo com as institui\u00e7\u00f5es de classe, que representam as empresas, e tamb\u00e9m com apoio acad\u00eamico. H\u00e1 muita gente envolvida nesse esfor\u00e7o, \u00e9 um trabalho amplo e coletivo.<\/span><\/p>\n<p>O senhor acredita que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 melhorando?<\/p>\n<p><span>A imagem do agro melhorou, mas ainda \u00e9 pesada. O mundo inteiro sabe que o produtor brasileiro n\u00e3o desmata. Mas a concorr\u00eancia usa o argumento de que desmatamento ilegal \u00e9 obra do produtor. Isso \u00e9 falso, mas enquanto houver ilegalidade, a cr\u00edtica encontra espa\u00e7o. Por isso precisamos eliminar o que \u00e9 ilegal. Caso contr\u00e1rio, ficaremos a vida inteira dizendo que fazemos tudo certo enquanto somos acusados do contr\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p>Qual \u00e9 o potencial dos biocombust\u00edveis brasileiros?<\/p>\n<p><span>Vamos apresentar dados t\u00e9cnicos. O etanol emite apenas 11% do que a gasolina emite, o biodiesel 18% em compara\u00e7\u00e3o ao diesel. A cogera\u00e7\u00e3o e outras formas de bioenergia tamb\u00e9m t\u00eam resultados muito positivos. Isso significa mais sa\u00fade para a popula\u00e7\u00e3o, menos importa\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, menos emiss\u00f5es. Os pa\u00edses tropicais t\u00eam espa\u00e7o para expandir sua produ\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e criar modelos de desenvolvimento sustent\u00e1vel via agricultura e energia. <\/span><\/p>\n<p><span>Queremos tamb\u00e9m acabar com a discuss\u00e3o entre Brasil e Estados Unidos sobre etanol. Em vez de competir, dever\u00edamos apresentar ao mundo, juntos, uma solu\u00e7\u00e3o universal. O Brasil deve ser exportador de conhecimento, n\u00e3o apenas de produto. Queremos ensinar a plantar, a construir usinas, a integrar lavoura e pecu\u00e1ria, a fechar ciclos produtivos. O Brasil j\u00e1 sabe fazer isso e pode compartilhar esse know-how.<\/span><\/p>\n<p>E o que seria necess\u00e1rio em termos de pol\u00edticas p\u00fablicas para fortalecer esse papel do agro?<\/p>\n<p><span>O Brasil tem condi\u00e7\u00f5es de assumir um protagonismo global in\u00e9dito. J\u00e1 temos estudos que mostram que a produ\u00e7\u00e3o mundial de alimentos precisa crescer 20% em dez anos para evitar a fome. Os Estados Unidos podem crescer no m\u00e1ximo 12%, o Canad\u00e1 10%, a Europa 13%, a \u00c1sia 16 a 20%. S\u00f3 o Brasil pode crescer 40% em dez anos. Portanto, temos uma responsabilidade global. Mas, para isso, precisamos fazer a li\u00e7\u00e3o de casa.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>Primeiro, investir em ci\u00eancia e tecnologia, pois foi isso que nos trouxe at\u00e9 aqui. Hoje a Embrapa e as universidades sofrem com falta de recursos. Por isso, estamos criando um fundo privado para pesquisa na Embrapa. <\/span><\/p>\n<p><span>Segundo, precisamos de infraestrutura. O Brasil cresceu no Centro-Oeste espetacularmente, mas sem trem, sem porto, sem armaz\u00e9m. \u00c9 preciso investir em log\u00edstica, com parcerias p\u00fablico-privadas, que s\u00f3 funcionam com seguran\u00e7a jur\u00eddica. <\/span><\/p>\n<p><span>Terceiro, precisamos de acordos comerciais. Hoje, cerca de 40% do com\u00e9rcio internacional ocorre entre pa\u00edses que t\u00eam acordos entre si. O Brasil tem poucos. Precisamos de um acordo com a China, com a \u00cdndia, com a Uni\u00e3o Europeia. Sem isso, o produtor pode produzir e ficar sem mercado. Esses tr\u00eas pontos s\u00e3o centrais em uma estrat\u00e9gia de desenvolvimento para que o Brasil seja o protagonista no projeto de acabar com a fome no mundo.<\/span><\/p>\n<p>Nesse contexto, como as cooperativas se inserem no mercado nacional e internacional?<\/p>\n<p><span>Precisamos trabalhar pol\u00edticas de renda no campo e estimular o cooperativismo. Hoje, as cooperativas j\u00e1 representam 54% da produ\u00e7\u00e3o brasileira, mas podem crescer mais. No Brasil h\u00e1 cerca de 5 milh\u00f5es de propriedades rurais, mas apenas 1 milh\u00e3o est\u00e1 no mercado. Os outros 4 milh\u00f5es s\u00e3o de pequenos produtores que vivem na mis\u00e9ria. Eles s\u00f3 podem entrar no mercado por meio de cooperativas. Subs\u00eddio n\u00e3o haver\u00e1, porque o governo n\u00e3o tem dinheiro. A coopera\u00e7\u00e3o \u00e9 o \u00fanico caminho. Inclusive, 2025 foi declarado pela ONU o Ano Internacional das Cooperativas.<\/span><\/p>\n<p>A crise recente com os Estados Unidos e as novas rela\u00e7\u00f5es com a China mostram como o agro \u00e9 impactado pela diplomacia internacional. Como o senhor v\u00ea a rela\u00e7\u00e3o entre acordos comerciais e negocia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas?<\/p>\n<p><span>As institui\u00e7\u00f5es multilaterais criadas no p\u00f3s-guerra perderam protagonismo. A ONU, a FAO, a OMC, ningu\u00e9m sabe mais o que essas institui\u00e7\u00f5es fazem. Isso abriu espa\u00e7o para cada pa\u00eds agir sozinho, o que gera inseguran\u00e7a global. A invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia pela R\u00fassia, a crise em Israel, a situa\u00e7\u00e3o da Venezuela, tudo isso mostra que vivemos a era da incerteza. O multilateralismo se enfraqueceu e o mundo perdeu a dire\u00e7\u00e3o. Isso aumenta os riscos para a paz e para a democracia. Diante disso, acredito que haver\u00e1 uma reorganiza\u00e7\u00e3o global entre pa\u00edses e blocos de pa\u00edses. <\/span><\/p>\n<p><span>Vejo um espa\u00e7o importante para o Brasil nesse contexto. O Ocidente se op\u00f5e \u00e0 \u00c1sia, mas o Brasil \u00e9 um pa\u00eds ocidental que depende profundamente da China. Isso pode ser um problema, mas tamb\u00e9m uma oportunidade. O Brasil tem condi\u00e7\u00f5es de ter um papel diferente no mundo, se tiver vis\u00e3o de longo prazo e abandonar a polariza\u00e7\u00e3o interna. Somos um grande pa\u00eds, precisamos ter grandeza. Para isso, falta educa\u00e7\u00e3o. Se n\u00e3o fizermos um investimento vigoroso em educa\u00e7\u00e3o, perderemos o trem da hist\u00f3ria.<\/span><\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaFvFd73rZZflK7yGD0I\">Inscreva-se no canal de not\u00edcias do <span class=\"jota\">JOTA<\/span> no WhatsApp e fique por dentro das principais discuss\u00f5es do pa\u00eds!<\/a>\u00a0<span>\u00a0<\/span><\/h3>\n<p>O senhor costuma dizer que \u201co agro \u00e9 paz\u201d. Como o Brasil pode contribuir para a seguran\u00e7a alimentar?<\/p>\n<p><span>Entre 1990 e hoje, a \u00e1rea plantada com gr\u00e3os cresceu 111%, mas a produ\u00e7\u00e3o cresceu 456%. \u00c9 um n\u00famero astron\u00f4mico, que s\u00f3 foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 tecnologia. Com duas ou tr\u00eas safras na mesma \u00e1rea, produzimos mais sem expandir, poupando 127 milh\u00f5es de hectares de desmatamento. Em 2000, export\u00e1vamos US$ 20 bilh\u00f5es em produtos do agro, em 2024 exportamos US$ 165 bilh\u00f5es. Passamos de 20 para 190 pa\u00edses atendidos. Exportamos a\u00e7\u00facar, \u00f3leo de soja, carne, alimentos processados. A ind\u00fastria brasileira de alimentos compra 62% da nossa safra. A exporta\u00e7\u00e3o aumentou oito vezes em 23 anos. Ou seja, produzimos comida de qualidade para o mundo. \u00c9 um crescimento sem paralelo no planeta. Por isso, precisamos de acordos comerciais que nos garantem espa\u00e7o no futuro. Amanh\u00e3 a \u00c1frica vai aprender a produzir e ser\u00e1 nossa concorrente. Se tivermos acordos comerciais, poderemos continuar crescendo e contribuindo para eliminar a fome.<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com uma trajet\u00f3ria que inclui o comando do Minist\u00e9rio da Agricultura, a coordena\u00e7\u00e3o do Centro de Agroneg\u00f3cio da FGV e d\u00e9cadas de atua\u00e7\u00e3o em defesa do cooperativismo, Roberto Rodrigues \u00e9 o enviado especial para a agricultura na COP30. 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