{"id":14368,"date":"2025-09-12T18:05:24","date_gmt":"2025-09-12T21:05:24","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/09\/12\/3a-turma-do-stj-decide-que-operadora-nao-e-obrigada-a-custear-exame-feito-no-exterior\/"},"modified":"2025-09-12T18:05:24","modified_gmt":"2025-09-12T21:05:24","slug":"3a-turma-do-stj-decide-que-operadora-nao-e-obrigada-a-custear-exame-feito-no-exterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/09\/12\/3a-turma-do-stj-decide-que-operadora-nao-e-obrigada-a-custear-exame-feito-no-exterior\/","title":{"rendered":"3\u00aa Turma do STJ decide que operadora n\u00e3o \u00e9 obrigada a custear exame feito no exterior"},"content":{"rendered":"<p>A 3\u00aa Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/stj\">STJ<\/a>) decidiu que o custeio de exames realizados no exterior n\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3rio para <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/operadoras-de-plano-de-saude\">operadoras de planos de sa\u00fade<\/a>. A decis\u00e3o\u00a0foi un\u00e2nime na sess\u00e3o do dia 5 de agosto. Na a\u00e7\u00e3o original, uma benefici\u00e1ria buscava a autoriza\u00e7\u00e3o para a realiza\u00e7\u00e3o do exame Mammaprint\/Symphony, prescrito pelo m\u00e9dico para investiga\u00e7\u00e3o e tratamento de c\u00e2ncer de mama.<\/p>\n<p>A Unimed Mar\u00edlia negou a cobertura, alegando que o procedimento n\u00e3o estava previsto no rol da Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/ans\">ANS<\/a>) e que o contrato n\u00e3o prev\u00ea exames fora do per\u00edodo de interna\u00e7\u00e3o hospitalar. No recurso ao STJ, a Unimed argumentou ainda que a t\u00e9cnica n\u00e3o foi solicitada por m\u00e9dico geneticista e que \u00e9 realizada fora do territ\u00f3rio nacional. De acordo com as alega\u00e7\u00f5es da operadora, haveria uma viola\u00e7\u00e3o ao artigo 10 da Lei 9.656\/98, que limita a cobertura dos planos de sa\u00fade exclusivamente ao Brasil, salvo exce\u00e7\u00f5es expressas em contrato.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/produtos\/saude?utm_source=cta-site&amp;utm_medium=site&amp;utm_campaign=campanha_saude_q2&amp;utm_id=cta_texto_saude_q2_2023&amp;utm_term=cta_texto_saude&amp;utm_term=cta_texto_saude_meio_materias\"><span>Com not\u00edcias da Anvisa e da ANS, o <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Sa\u00fade entrega previsibilidade e transpar\u00eancia para empresas do setor<\/span><\/a><\/h3>\n<p>Na segunda inst\u00e2ncia, o Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo (TJSP), havia determinado que a cobertura era obrigat\u00f3ria e que a negativa era abusiva. O ac\u00f3rd\u00e3o especifica que, apesar do rol da ANS ser taxativo, ele admite exce\u00e7\u00f5es quando comprovada a necessidade do tratamento. A decis\u00e3o considerou ainda que a coleta do material gen\u00e9tico \u00e9 feita no Brasil, mesmo que o exame seja realizado no exterior.<\/p>\n<p>Ainda assim, a 3\u00aa Turma acolheu acolheu o pedido da operadora, para reformar a decis\u00e3o e desobrigar a cobertura de procedimento realizado em outro pa\u00eds. No final do ano passado, o colegiado j\u00e1 havia decidido de forma semelhante, no REsp 2167934\/SP, tamb\u00e9m da Unimed Mar\u00edlia contra benefici\u00e1ria que solicitava cobertura de exame contra c\u00e2ncer de mama realizado no exterior.<\/p>\n<p>O processo tramita como Recurso Especial (REsp) 2197919\/SP.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 3\u00aa Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) decidiu que o custeio de exames realizados no exterior n\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3rio para operadoras de planos de sa\u00fade. A decis\u00e3o\u00a0foi un\u00e2nime na sess\u00e3o do dia 5 de agosto. 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