{"id":14283,"date":"2025-09-10T14:45:33","date_gmt":"2025-09-10T17:45:33","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/?p=14283"},"modified":"2025-09-10T14:45:33","modified_gmt":"2025-09-10T17:45:33","slug":"8a-camara-nega-vinculo-de-vendedor-de-cosmeticos-com-empresa-de-cruzeiros-maritimos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/09\/10\/8a-camara-nega-vinculo-de-vendedor-de-cosmeticos-com-empresa-de-cruzeiros-maritimos\/","title":{"rendered":"8\u00aa C\u00e2mara nega v\u00ednculo de vendedor de cosm\u00e9ticos com empresa de cruzeiros mar\u00edtimos"},"content":{"rendered":"<p><span>8\u00aa C\u00e2mara nega v\u00ednculo de vendedor de cosm\u00e9ticos com empresa de cruzeiros mar\u00edtimos<\/span><\/p>\n<div>  <a href=\"https:\/\/trt15.jus.br\/noticia\/2025\/8a-camara-nega-vinculo-de-vendedor-de-cosmeticos-com-empresa-de-cruzeiros-maritimos\"><\/a>\n<\/div>\n<p><span><span>marianaaassuncao<\/span><\/span><\/p>\n<p><span>Qua, 10\/09\/2025 &#8211; 11:45<\/span><\/p>\n<div>\n<div>8\u00aa C\u00e2mara nega v\u00ednculo de vendedor de cosm\u00e9ticos com empresa de cruzeiros mar\u00edtimos<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"visually-hidden\">Conte\u00fado da Not\u00edcia<\/div>\n<div>\n<p>A 8\u00aa C\u00e2mara do Tribunal Regional do Trabalho da 15\u00aa Regi\u00e3o negou o pedido de reconhecimento de v\u00ednculo empregat\u00edcio de um vendedor de cosm\u00e9ticos com uma empresa armadora de cruzeiros mar\u00edtimos. O trabalhador alegou forma\u00e7\u00e3o de grupo econ\u00f4mico entre a empresa estrangeira que o contratou e a do navio, onde trabalhava em alto mar. Segundo ele defendeu, a contrata\u00e7\u00e3o formal pela empresa de cosm\u00e9ticos teria sido simulada, e por isso pediu a nulidade do contrato.<\/p>\n<p>De acordo com os autos, o autor foi contratado como vendedor de cosm\u00e9ticos para trabalhar dentro de um navio, e teria atuado no per\u00edodo de 4\/4\/2019 a 16\/6\/2019, quando teria sido dispensado e obrigado a deixar o navio num porto da Noruega. Antes do in\u00edcio dos trabalhos, o vendedor afirma ter sido treinado na cidade de Santos, por uma terceira empresa, do ramo de turismo e hotelaria, e que realiza, segundo ele, a &#8220;intermedia\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra, emiss\u00e3o de documentos e exames m\u00e9dicos, viabilizando o embarque dos empregados\u201d.<\/p>\n<p>Pelo contrato, o autor deveria realizar a venda de produtos do Mar Morto a bordo do navio, sendo que sua remunera\u00e7\u00e3o seria calculada com base em um percentual das vendas realizadas. Nos primeiros 2 meses existia a garantia de pagamento de US$ 700,00 (aproximadamente R$ 3.668,91) e, ap\u00f3s esse per\u00edodo, a garantia seria de US$ 500,00 apenas.\u00a0<\/p>\n<p>Todavia, ele foi surpreendido por seu \u00faltimo superior, em 16\/6\/2019, \u201ccom a rescis\u00e3o antecipada do contrato, de forma arbitr\u00e1ria, sem que nenhuma das observa\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio contrato de trabalho fosse cumprida pela reclamada, sob a simples alega\u00e7\u00e3o de que ele deveria descer do navio em alguns dias e que caberia a ele retornar por sua conta para o Brasil\u201d. Do porto de Haugesund onde, segundo afirmou, foi \u201cperversamente abandonado\u201d em 17\/6\/2019, ele conseguiu retornar ao Brasil somente em 21\/6\/2019.<\/p>\n<p>O Ju\u00edzo do 1\u00ba N\u00facleo de Justi\u00e7a 4.0, que julgou originalmente os pedidos, embora tenha reconhecido o trabalho do vendedor dentro do navio, n\u00e3o aceitou a alega\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o do grupo econ\u00f4mico entre as empresas, isso porque \u201cnenhuma prova foi apresentada nos autos nesse sentido\u201d e, tamb\u00e9m, pelo fato de o autor ser vendedor de cosm\u00e9ticos dentro de um navio \u201cn\u00e3o ensejaria o v\u00ednculo\u201d, concluiu.<\/p>\n<p>A relatora do ac\u00f3rd\u00e3o, desembargadora Mari Angela Pelegrini, \u00a0reconheceu que a \u201csitua\u00e7\u00e3o narrada e supostamente vivida pelo autor que, caso comprovada fosse, em face da empresa denunciada \u00e9, de fato, lament\u00e1vel\u201d. Mesmo assim, indeferiu todos os pedidos da inicial, mantendo inalterada a decis\u00e3o de primeiro grau, por entender que n\u00e3o h\u00e1 elementos para comprovar o v\u00ednculo diretamente com a reclamada armadora. (Processo 0010710-50.2021.5.15.0083)<\/p>\n<p><em>Foto: banco de imagens Freepik.<\/em><\/p>\n<p><em>Esta mat\u00e9ria \u00e9 meramente informativa.<\/em><br \/><em>Permitida a reprodu\u00e7\u00e3o mediante cita\u00e7\u00e3o da fonte.<br \/>\nCoordenadoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social.<br \/>\nTRT-15<br \/>\nTel.(19) 3236 1789<br \/>\nimprensa@trt15.jus.br<\/em><\/p>\n<\/div><\/div>\n<div>\n<div>Unidade Respons\u00e1vel:<\/div>\n<div>Comunica\u00e7\u00e3o Social<\/div>\n<\/div>\n<div>Qua, 10\/09\/2025 &#8211; 11:45<\/div>\n<p>      <span class=\"a2a_kit a2a_kit_size_16 addtoany_list\"><a class=\"a2a_dd addtoany_share\" href=\"https:\/\/www.addtoany.com\/share#url=https%3A%2F%2Ftrt15.jus.br%2Fnoticia%2F2025%2F8a-camara-nega-vinculo-de-vendedor-de-cosmeticos-com-empresa-de-cruzeiros-maritimos&amp;title=8%C2%AA%20C%C3%A2mara%20nega%20v%C3%ADnculo%20de%20vendedor%20de%20cosm%C3%A9ticos%20com%20empresa%20de%20cruzeiros%20mar%C3%ADtimos\"><\/a><a class=\"a2a_button_whatsapp\"><\/a><a class=\"a2a_button_google_gmail\"><\/a><a class=\"a2a_button_twitter\"><\/a><a class=\"a2a_button_facebook\"><\/a><a class=\"a2a_button_linkedin\"><\/a><\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>8\u00aa C\u00e2mara nega v\u00ednculo de vendedor de cosm\u00e9ticos com empresa de cruzeiros mar\u00edtimos marianaaassuncao Qua, 10\/09\/2025 &#8211; 11:45 8\u00aa C\u00e2mara nega v\u00ednculo de vendedor de cosm\u00e9ticos com empresa de cruzeiros mar\u00edtimos Conte\u00fado da Not\u00edcia A 8\u00aa C\u00e2mara do Tribunal Regional do Trabalho da 15\u00aa Regi\u00e3o negou o pedido de reconhecimento de v\u00ednculo empregat\u00edcio de um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":14284,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14283"}],"collection":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14283"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14283\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14284"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14283"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14283"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14283"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}