{"id":13417,"date":"2025-08-13T06:13:07","date_gmt":"2025-08-13T09:13:07","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/08\/13\/corredores-sustentaveis-podem-ser-chave-para-descarbonizacao-da-frota-pesada\/"},"modified":"2025-08-13T06:13:07","modified_gmt":"2025-08-13T09:13:07","slug":"corredores-sustentaveis-podem-ser-chave-para-descarbonizacao-da-frota-pesada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/08\/13\/corredores-sustentaveis-podem-ser-chave-para-descarbonizacao-da-frota-pesada\/","title":{"rendered":"Corredores sustent\u00e1veis podem ser chave para descarboniza\u00e7\u00e3o da frota pesada"},"content":{"rendered":"<p>O Plano Decenal de Expans\u00e3o de Energia 2034 (PDE 2034), elaborado pela Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE), \u00e9 categ\u00f3rico ao apontar que o transporte rodovi\u00e1rio de cargas seguir\u00e1 como o principal consumidor de diesel no Brasil na pr\u00f3xima d\u00e9cada.<\/p>\n<p>Enquanto a\u00e7\u00f5es governamentais nos n\u00edveis federal, estadual e municipal miram os ve\u00edculos leves e, at\u00e9 certo ponto, o transporte coletivo, a frota pesada \u00e9 um dos maiores desafios de descarboniza\u00e7\u00e3o nas rodovias.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/marketing-lp-conversao-jota-pro-energia\">Conhe\u00e7a o <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Energia, monitoramento jur\u00eddico e pol\u00edtico para empresas do setor<\/a><\/h3>\n<p>A partir deste cen\u00e1rio, uma iniciativa ganhou tra\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos entre os estados brasileiros e tem demonstrado viabilidade para a frota pesada: os corredores sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p>Batizados tamb\u00e9m por diferentes nomes em outros pa\u00edses, como corredores azuis, as rotas sustent\u00e1veis no Brasil promovem infraestrutura de abastecimento para ve\u00edculos pesados movidos a g\u00e1s natural e, mais recentemente, a biometano.<\/p>\n<p>O objetivo geral \u00e9, pelo lado da produ\u00e7\u00e3o, aumentar a demanda pelo insumo e ajudar na expans\u00e3o da malha de gasodutos de distribui\u00e7\u00e3o. Para o consumidor, a ideia \u00e9 garantir o abastecimento para as frotas com custos competitivos ao praticado pelo diesel, com diferencial de menor emiss\u00e3o de gases de efeito estufa.<\/p>\n<p>Em julho deste ano, o Minist\u00e9rio dos Transportes apresentou um projeto para incentivar essas rotas. A proposta \u00e9 criar 70 novos postos de abastecimento at\u00e9 o final de 2027 que sejam integrados aos Pontos de Parada e Descanso (PPDs), voltados para os caminhoneiros.<\/p>\n<p>O minist\u00e9rio espera conseguir tirar do papel um piloto na BR-163, que atravessa o pa\u00eds de Norte a Sul atrav\u00e9s de estados com grande escoamento de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola do Centro-Oeste.<\/p>\n<p>Para dar incentivos aos frotistas que optaram por renovar a frota com caminh\u00e3o a g\u00e1s ou fazem adapta\u00e7\u00f5es em motores a diesel, uma das ideias \u00e9 negociar junto \u00e0s concession\u00e1rias de rodovias descontos nos ped\u00e1gios. \u00c9 uma proposta para o futuro que ainda depende da viabilidade do sistema de cobran\u00e7a de ped\u00e1gios sem cancelas, conhecido como free flow, para gerar descontos autom\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Ainda depende de outros encaminhamentos para se tornar realidade. O problema tem sido o pr\u00f3prio free flow, ainda n\u00e3o implementado na maior parte das concess\u00f5es de rodovias e alvo de cr\u00edticas de parlamentares e de a\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio P\u00fablico.<\/p>\n<p>Todo o programa para os corredores sustent\u00e1veis coloca o minist\u00e9rio em uma posi\u00e7\u00e3o de articular solu\u00e7\u00f5es com o setor privado, mas sem a perspectiva de cria\u00e7\u00e3o de incentivos fiscais ou outras iniciativas regulat\u00f3rias. E \u00e9 justamente o que alguns atores da cadeia entendem que ser\u00e1 necess\u00e1rio para multiplicar os corredores.<\/p>\n<h2>Estados puxam avan\u00e7o<\/h2>\n<p>As iniciativas para os corredores sustent\u00e1veis come\u00e7aram a ser trabalhadas em 2023 e promovidas pelas pr\u00f3prias distribuidoras de g\u00e1s natural e governos estaduais em eixos log\u00edsticos estrat\u00e9gicos.<\/p>\n<p>A primeira rota implementada no Brasil foi pelo governo do estado do Rio de Janeiro, que escolheu a rodovia Presidente Dutra (BR-116) \u2013 a mais movimentada do Brasil. Os postos adaptados ganham certifica\u00e7\u00f5es que permitem aos operadores log\u00edsticos mapear locais de abastecimento ao longo da rodovia.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/marketing-lp-newsletter-jota-principal-lancamento\">Informa\u00e7\u00f5es direto ao ponto sobre o que realmente importa: assine gratuitamente a <span class=\"jota\">JOTA<\/span> Principal, a nova newsletter do <span class=\"jota\">JOTA<\/span><\/a><\/h3>\n<p>Em abril deste ano, o Cons\u00f3rcio Nordeste lan\u00e7ou programa para os corredores sustent\u00e1veis por meio da Bahiag\u00e1s. A iniciativa regional pretende atender especialmente as BR-101 e BR-116.<\/p>\n<p>Para as distribuidoras, o investimento faz sentido pela crescente demanda dos pr\u00f3prios operadores log\u00edsticos, que s\u00e3o pressionados por seus clientes a adotar transportes com menor pegada de carbono.<\/p>\n<p>O n\u00famero de caminh\u00f5es movidos a g\u00e1s natural licenciados e ativos nas rodovias brasileiras saltou de 721 em 2022 para cerca de 2200 em abril deste ano, segundo dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas Distribuidoras de G\u00e1s Canalizado (Abeg\u00e1s).<\/p>\n<p>A entidade contabiliza que atualmente dez corredores est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o conectando pelo menos 14 estados no Nordeste, Sul e Sudeste. Tamb\u00e9m mapearam 121 postos aptos a receberem caminh\u00f5es a g\u00e1s natural veicular (GNV) e biometano espalhados pelo Brasil.<\/p>\n<h2>Os desafios para ganhar escala<\/h2>\n<p>Ainda de acordo com o PDE 2034, a falta de infraestrutura de abastecimento em longas dist\u00e2ncias \u00e9 um dos principais obst\u00e1culos para o aumento no uso de g\u00e1s natural e biometano na frota pesada.<\/p>\n<p>A adapta\u00e7\u00e3o de um posto de combust\u00edvel para alta vaz\u00e3o pode custar mais de R$ 1 milh\u00e3o e a renova\u00e7\u00e3o da frota para modelos a g\u00e1s segue mais cara que a de modelos a diesel.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/marketing-lp-newsletter-ultimas-noticias?utm_source=jota&amp;utm_medium=lp&amp;utm_campaign=23-09-2024-jota-lp-eleicoes-2024-eleicoes-2024-none-audiencias-none&amp;utm_content=eleicoes-2024&amp;utm_term=none\"><span>Assine gratuitamente a newsletter \u00daltimas Not\u00edcias do <span class=\"jota\">JOTA<\/span> e receba as principais not\u00edcias jur\u00eddicas e pol\u00edticas do dia no seu email<\/span><\/a><\/h3>\n<p>O gerente t\u00e9cnico da Abeg\u00e1s, Gustavo Galiazzi, entende que o compromisso do Brasil com a COP30 deu for\u00e7a ao trabalho que j\u00e1 vinha sendo feito pelas distribuidoras ao mapear rotas e investir na malha de distribui\u00e7\u00e3o do g\u00e1s natural para atender eixos estrat\u00e9gicos.<\/p>\n<p>H\u00e1 economia para os operadores log\u00edsticos de cerca de 16% em rela\u00e7\u00e3o ao diesel nos postos que justifica uma ades\u00e3o dos agentes do setor, segundo Galiazzi. A vantagem pode subir para at\u00e9 30% nas opera\u00e7\u00f5es de garagem.<\/p>\n<p>Mesmo assim, o gerente avalia que \u00e9 necess\u00e1rio um incentivo de pol\u00edtica p\u00fablica para impulsionar a estrat\u00e9gia \u2013 principalmente para ajudar o financiamento das obras de adapta\u00e7\u00e3o dos postos e compra dos ve\u00edculos.<\/p>\n<p>\u201cO Rio de Janeiro teve a maior frota de GNV do Brasil, quase metade do que era consumido no Pa\u00eds. Foi por conta de pol\u00edticas p\u00fablicas, isen\u00e7\u00f5es de IPVA, por exemplo. Foi o que alavancou o programa e o mant\u00e9m at\u00e9 hoje\u201d, pontua.<\/p>\n<p>O diretor de g\u00e1s da Commit, Ricardo Vallejo, entende que o momento ainda \u00e9 de sair da fase de experimenta\u00e7\u00e3o para entrar na escala.<\/p>\n<p>Ele entende que a\u00e7\u00f5es dos governos como os de S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1 e Mato Grosso do Sul que isentaram o IPVA dos caminh\u00f5es abastecidos com g\u00e1s natural ajudaram a aumentar a frota. Isso porque os descontos podem ter grande impacto para os operadores, j\u00e1 que se trata de um ativo caro.<\/p>\n<p>Mas ainda h\u00e1 uma lacuna no acesso ao financiamento para os investimentos, especialmente na ponta. Ou seja, para que o revendedor de combust\u00edvel viabilize as adapta\u00e7\u00f5es e o caminhoneiro tenha apoio para aderir ao ve\u00edculo movido a g\u00e1s.<\/p>\n<p>\u201cPrecisamos de uma taxa de financiamento mais vantajosa. E existem linhas no BNDES, mas quanto mais oferta no varejo, melhor\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Para Renata Isfer, presidente da Abiog\u00e1s, o elo mais fraco da cadeia \u00e9 justamente a venda. Ela critica a aus\u00eancia de uma pol\u00edtica p\u00fablica estruturada para o transporte pesado.<\/p>\n<p>\u201cO que est\u00e1 havendo \u00e9 convers\u00e3o de interesse dos players, mas n\u00e3o tem nada robusto. N\u00e3o tem ningu\u00e9m olhando o todo. Est\u00e3o nas pequenas coisas, um estado faz isso, faz aquilo, mas falta uma centraliza\u00e7\u00e3o do que est\u00e1 faltando e como endere\u00e7ar\u201d, avaliou.<\/p>\n<p>\u00c9 a mesma vis\u00e3o compartilhada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportes. O setor entende que o avan\u00e7o do debate tem sido feito pela iniciativa privada e demanda atua\u00e7\u00e3o urgente de pol\u00edticas p\u00fablicas espec\u00edficas, incluindo marcos regulat\u00f3rios claros.<\/p>\n<p>Para ajudar a ampliar as iniciativas, a CNT aponta a necessidade de incentivos para os investimentos iniciais na aquisi\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o da frota.<\/p>\n<p>Chamam aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m para a amplia\u00e7\u00e3o dos corredores para outras regi\u00f5es de grande fluxo de carga, como Norte e Centro-Oeste, ainda fora do mapa dos locais com abastecimento.<\/p>\n<h2>Biometano como motor da interioriza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Com a expans\u00e3o de uma infraestrutura pensada inicialmente para o g\u00e1s natural, o biometano se torna um combust\u00edvel relevante para a l\u00f3gica dos corredores sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p>Produzido a partir de res\u00edduos do agroneg\u00f3cio ou de aterros sanit\u00e1rios, o combust\u00edvel tem o potencial de reduzir as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa em at\u00e9 87% em compara\u00e7\u00e3o com o diesel, quando usado em sua forma pura. Essa caracter\u00edstica atrai grandes empresas com metas de descarboniza\u00e7\u00e3o, inclusive em suas cadeias de fornecedores.<\/p>\n<p>Marcel Jorand, CEO da G\u00e1s Verde, maior produtora de biometano da Am\u00e9rica Latina, explica que a versatilidade do combust\u00edvel \u00e9 um diferencial.<\/p>\n<p>Para vencer a resist\u00eancia de transportadores com a revenda e manuten\u00e7\u00e3o de uma tecnologia nova, sua empresa passou a oferecer uma solu\u00e7\u00e3o completa: aluga o caminh\u00e3o j\u00e1 com manuten\u00e7\u00e3o e abastecimento inclusos para seus clientes de multinacionais, como L\u2019Or\u00e9al, Ambev e Nestl\u00e9.<\/p>\n<p>Jorand ainda afirma que, al\u00e9m do atributo ambiental cada vez mais valorizado para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, o biometano \u00e9 um combust\u00edvel que tamb\u00e9m oferece atratividade econ\u00f4mica. Enquanto o diesel \u00e9 dolarizado e sujeito a volatilidade do mercado internacional, o setor trabalha com contratos de longo prazo reajustados pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA).<\/p>\n<p>A G\u00e1s Verde, assim como outras empresas, avalia que a expans\u00e3o das rotas de escoamento energ\u00e9tico que podem vir com os corredores sustent\u00e1veis tamb\u00e9m s\u00e3o oportunidades para um ganho de mercado do biometano.<\/p>\n<p>O Relat\u00f3rio da Coaliz\u00e3o dos Transportes (2025), elaborado pela CNT, destaca que a utiliza\u00e7\u00e3o de biometano misturado ao g\u00e1s veicular poderia chegar a 10% da composi\u00e7\u00e3o at\u00e9 2050, reduzindo emiss\u00f5es de forma significativa.<\/p>\n<h2>Interse\u00e7\u00f5es com pol\u00edticas p\u00fablicas atuais<\/h2>\n<p>Mesmo sem um programa estruturado apenas para isso no governo federal, a iniciativa dos corredores sustent\u00e1veis dialoga diretamente com as pol\u00edticas p\u00fablicas atuais.<\/p>\n<p>A principal delas \u00e9 o programa Combust\u00edvel do Futuro, que estabelece, entre outros mecanismos, um mandato de mistura de biometano ao g\u00e1s natural para a descarboniza\u00e7\u00e3o do setor.<\/p>\n<p>\u00c9 uma mistura que ainda depende de regulamenta\u00e7\u00e3o do governo, mas pode refor\u00e7ar o acesso do mercado de biometano ao g\u00e1s natural que seria dedicado para frotas pesadas em uma l\u00f3gica de descarboniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo a Abiog\u00e1s, o potencial de produ\u00e7\u00e3o de biometano no Brasil \u00e9 de 120 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia, o que possibilitaria o atendimento de setores como o industrial, veicular e para o cumprimento do mandato.<\/p>\n<p>Outro ponto de conex\u00e3o \u00e9 o Plano Clima, que o governo pretende finalizar antes da realiza\u00e7\u00e3o da COP30.<\/p>\n<p>O Plano Setorial de Mitiga\u00e7\u00e3o das Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas para o Transporte prop\u00f5e a cria\u00e7\u00e3o de um \u201cPrograma de Corredores Verdes\u201d at\u00e9 2028, com foco em m\u00faltiplos modais.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio documento entende, por\u00e9m, que n\u00e3o h\u00e1 a\u00e7\u00f5es estruturais do governo para incentivar a implementa\u00e7\u00e3o de corredores verdes \u2013 o que teria que ser feito nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>A proposta coloca como a\u00e7\u00f5es relevantes a realiza\u00e7\u00e3o de estudo de viabilidade de rotas e usar sandbox regulat\u00f3rios para viabilizar pontos de recarga.<\/p>\n<p>Ele cita o Programa de Acelera\u00e7\u00e3o da Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica (Paten) como instrumento existente e sugere articula\u00e7\u00e3o com o uso de recursos do Fundo Nacional sobre Mudan\u00e7a do Clima e com a necessidade de desenvolver tecnologias de baixo carbono.<\/p>\n<p>O plano setorial tamb\u00e9m refor\u00e7a a import\u00e2ncia da \u201cexpans\u00e3o do uso de biometano em frotas de ve\u00edculos pesados\u201d como uma de suas linhas de a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Apesar de ainda haver pouco detalhamento operacional, essa articula\u00e7\u00e3o pode ser decisiva para que a iniciativa \u2014 hoje capitaneada pelo setor privado \u2014 se consolide como pol\u00edtica p\u00fablica estruturada, com metas claras e apoio coordenado de estados, Uni\u00e3o e setor produtivo.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Plano Decenal de Expans\u00e3o de Energia 2034 (PDE 2034), elaborado pela Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE), \u00e9 categ\u00f3rico ao apontar que o transporte rodovi\u00e1rio de cargas seguir\u00e1 como o principal consumidor de diesel no Brasil na pr\u00f3xima d\u00e9cada. 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