{"id":12468,"date":"2025-07-04T07:05:11","date_gmt":"2025-07-04T10:05:11","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/07\/04\/lei-14-873-e-seus-potenciais-efeitos-sobre-a-disponibilidade\/"},"modified":"2025-07-04T07:05:11","modified_gmt":"2025-07-04T10:05:11","slug":"lei-14-873-e-seus-potenciais-efeitos-sobre-a-disponibilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/07\/04\/lei-14-873-e-seus-potenciais-efeitos-sobre-a-disponibilidade\/","title":{"rendered":"Lei 14.873 e seus potenciais efeitos sobre a disponibilidade"},"content":{"rendered":"<p class=\"c10\"><span class=\"c6 c15\">Para a maioria das empresas atuantes no mercado brasileiro, o aproveitamento de cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios vinculados a a\u00e7\u00f5es judiciais \u00e9 parte relevante de sua rotina devido ao grande n\u00famero de a\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias. Esses cr\u00e9ditos podem ser <\/span><span class=\"c6 c15\">recebidos por precat\u00f3rio ou <\/span><span class=\"c3\">utilizados para compensa\u00e7\u00e3o com tributos vincendos. Na \u00faltima hip\u00f3tese, surge uma importante d\u00favida: em que momento esses cr\u00e9ditos devem ser oferecidos \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o pelo IRPJ e pela CSLL?<\/span><\/p>\n<p class=\"c10\"><span class=\"c6 c15\">Embora o STJ tenha, recentemente, entendido que isso deveria ocorrer quando do deferimento da habilita\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito<\/span><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#ftnt1\">[1]<\/a><span class=\"c3\">, trata-se de precedente isolado que n\u00e3o representa posi\u00e7\u00e3o consolidada do tribunal. Os contribuintes defendem que, na hip\u00f3tese de o cr\u00e9dito ser compensado em diversas parcelas, a tributa\u00e7\u00e3o deveria dar-se quando da entrega de cada respectiva declara\u00e7\u00e3o de compensa\u00e7\u00e3o, porque apenas no momento de cada entrega ocorreria a efetiva disponibiliza\u00e7\u00e3o jur\u00eddica do recurso.<\/span><\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/produtos\/tributos?utm_source=cta-site&amp;utm_medium=site&amp;utm_campaign=campanha_tributos_q2&amp;utm_id=cta_texto_tributos_q2_2023&amp;utm_term=cta_texto_tributos&amp;utm_term=cta_texto_tributos_meio_materias\">Conhe\u00e7a o <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Tributos, plataforma de monitoramento tribut\u00e1rio para empresas e escrit\u00f3rios com decis\u00f5es e movimenta\u00e7\u00f5es do Carf, STJ e STF<\/a><\/h3>\n<p class=\"c10\"><span class=\"c3\">A Receita Federal, no entanto, afirma que referidos tributos (IRPJ\/CSLL) incidem quando do reconhecimento cont\u00e1bil desses cr\u00e9ditos ou quando transmitida a primeira DCOMP, o que ocorrer primeiro.<\/span><\/p>\n<p class=\"c10\"><span class=\"c3\">Este entendimento, j\u00e1 manifestado nas SC COSIT 183\/2021 e 308\/2023, baseia-se na ideia de que, havendo a \u201cdisponibilidade jur\u00eddica da renda\u201d prevista no artigo 43 do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (CTN), os cr\u00e9ditos contabilizados ou transmitidos pelo contribuinte deveriam ser inclu\u00eddos em sua apura\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p class=\"c10\"><span class=\"c3\">Em outras palavras: havendo montante l\u00edquido e certo dispon\u00edvel para aproveitamento por parte do contribuinte (tendo em vista que foi escriturado e\/ou transmitida a primeira declara\u00e7\u00e3o de compensa\u00e7\u00e3o), as autoridades fiscais entendem que o contribuinte deva oferecer todo o cr\u00e9dito \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"c10\"><span class=\"c6 c15\">Nesse contexto, recentemente foi editada a Lei 14.873\/24 <\/span><span class=\"c6\">que, entre outras previs\u00f5es, incluiu o artigo 74-A na Lei 9.430\/96, estabelecendo um limite mensal para o aproveitamento credit\u00f3rio <\/span><span class=\"c12 c6\">\u201c<\/span><span class=\"c3\">graduado em fun\u00e7\u00e3o do valor total do cr\u00e9dito decorrente de decis\u00e3o judicial transitada em julgado\u201d. <\/span><\/p>\n<p class=\"c10\"><span class=\"c6\">Referido dispositivo prev\u00ea, em suma, que :<\/span><\/p>\n<p><span class=\"c6\">o limite mensal para compensa\u00e7\u00e3o deve ser estabelecido pelo Minist\u00e9rio da Fazenda; <\/span><br \/>\n<span class=\"c6 c14\">(<\/span><span class=\"c6\">o limite mensal n\u00e3o poder\u00e1 ser inferior a 1\/60 (um sessenta avos) do valor do cr\u00e9dito; <\/span><br \/>\n<span class=\"c6\">o limite mensal \u00e9 aplic\u00e1vel t\u00e3o somente a cr\u00e9ditos oriundos de decis\u00f5es judiciais e <\/span><br \/>\n<span class=\"c6\">as referidas disposi\u00e7\u00f5es aplicam-se t\u00e3o somente a cr\u00e9ditos superiores a R$ 10 milh\u00f5es. <\/span><\/p>\n<p class=\"c10\"><span class=\"c6\">Em seguida, foi publicada a<\/span><span class=\"c6 c15\"> Portaria MF 14\/2024, que estabeleceu limites mensais escalonados para compensa\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios superiores a R$ 10 milh\u00f5es<\/span><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#ftnt2\">[2]<\/a><span class=\"c6 c15\">. <\/span><\/p>\n<p class=\"c10\"><span class=\"c6 c15\">Quanto a essa novidade introduzida no ordenamento jur\u00eddico tribut\u00e1rio, somos da opini\u00e3o de que, estabelecida verdadeira proibi\u00e7\u00e3o para o aproveitamento integral de direitos credit\u00f3rios superiores a R$ 10 milh\u00f5es de uma s\u00f3 vez, criando-se l<\/span><span class=\"c6\">imites expressos \u00e0 quantia a ser compensada pelo contribuinte, <\/span><span class=\"c6 c15\">tais normas<\/span><span class=\"c3\">\u00a0interferiram diretamente na disponibilidade jur\u00eddica desse cr\u00e9dito, o que deve impactar o entendimento sobre a partir de qual momento o cr\u00e9dito seria tido como \u201cdispon\u00edvel\u201d para fins de incid\u00eancia de IRPJ e CSLL.<\/span><\/p>\n<p class=\"c1\"><span class=\"c6\">Para que se possa entender, exatamente, o conte\u00fado e alcance do artigo 43 do CTN, \u00e9 preciso identificar o que viria a ser disponibilidade \u201cjur\u00eddica ou econ\u00f4mica\u201d, elementos que est\u00e3o em linha com o princ\u00edpio da realiza\u00e7\u00e3o, que se relaciona com as condi\u00e7\u00f5es materiais para que a renda seja caracteriz\u00e1vel como tribut\u00e1vel em fun\u00e7\u00e3o de sua definitividade e mensurabilidade<\/span><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#ftnt3\">[3]<\/a><span class=\"c3\">.<\/span><\/p>\n<p class=\"c4\"><span class=\"c6\">Para Bulh\u00f5es Pedreira, a disponibilidade econ\u00f4mica seria \u201co poder de dispor, efetivo e atual, de quem tem a posse da renda\u201d, fato que se daria a partir da \u201caquisi\u00e7\u00e3o da posse da moeda\u201d, enquanto a disponibilidade jur\u00eddica seria a \u201cpresumida por for\u00e7a da lei, que define como fato gerador do imposto a aquisi\u00e7\u00e3o virtual quando j\u00e1 ocorrem todas as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para que se torne efetiva\u201d<\/span><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#ftnt4\">[4]<\/a><span class=\"c3\">.<\/span><\/p>\n<p class=\"c1\"><span class=\"c3\">Dessa forma, a incid\u00eancia do IRPJ e da CSLL sobre o valor principal deve observar o conceito de renda previsto no artigo 43 do CTN, que exige a aquisi\u00e7\u00e3o de disponibilidade jur\u00eddica ou econ\u00f4mica. \u00c9 preciso destacar que apenas a renda efetivamente dispon\u00edvel, ou seja, aquela que pode ser utilizada pelo contribuinte, \u00e9 tribut\u00e1vel, em conson\u00e2ncia com o princ\u00edpio da capacidade contributiva. <\/span><\/p>\n<p class=\"c4\"><span class=\"c6\">Nesta linha de racioc\u00ednio, \u00e9 poss\u00edvel sustentar que somente haveria \u201cdisponibilidade jur\u00eddica\u201d quando o contribuinte implementasse suas compensa\u00e7\u00f5es via DCOMPs e na medida da confronta\u00e7\u00e3o entre seus d\u00e9bitos (vincendos) com a parte do cr\u00e9dito compensado. Antes do encontro de contas, n\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel para a empresa \u201cdispor\u201d do cr\u00e9dito ou utilizar-se dele. \u00c9 quando do encontro de contas, viabilizado nas declara\u00e7\u00f5es sucessivas de compensa\u00e7\u00e3o, que se d\u00e1 a disponibilidade \u201cjur\u00eddica da renda<\/span><span class=\"c6 c12\">\u201d<\/span><span class=\"c3\">.<\/span><\/p>\n<p class=\"c4\"><span class=\"c6\">Ressalte-se que j\u00e1 houve reconhecimento, no passado, da possibilidade de tributar a receita apenas no momento da compensa\u00e7\u00e3o, conforme demonstrado na SC SRRF 206\/2003. Nessa ocasi\u00e3o, a RFB entendeu que os cr\u00e9ditos reconhecidos judicialmente contra a Uni\u00e3o constituem receita tribut\u00e1vel para fins de IRPJ, sendo a tributa\u00e7\u00e3o exig\u00edvel somente quando h\u00e1 efetiva disponibilidade da renda. Assim, tratando-se de compensa\u00e7\u00e3o, a renda seria considerada dispon\u00edvel e, portanto, tribut\u00e1vel somente <\/span><span class=\"c6\">\u00e0 medida que <\/span><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#cmnt1\">[a]<\/a><span class=\"c3\">surgissem os d\u00e9bitos a compensar. <\/span><\/p>\n<p class=\"c4\"><span class=\"c3\">Quanto ao tema, o mencionado racioc\u00ednio em prol da sistem\u00e1tica defendida pelos contribuintes se torna ainda mais forte com a Lei 14.873\/24 e a Portaria 14\/24, que determinam legalmente a limita\u00e7\u00e3o da compensa\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos, ou seja, limitam o direito de o contribuinte livremente \u201cdispor\u201d de seus cr\u00e9ditos visto que, havendo limita\u00e7\u00e3o legal, n\u00e3o h\u00e1 possibilidade de \u201cdispor\u201d do cr\u00e9dito. <\/span><\/p>\n<p class=\"c4\"><span class=\"c3\">Portanto, apesar das controv\u00e9rsias, existem tr\u00eas momentos diferentes de tributa\u00e7\u00e3o: no momento do reconhecimento cont\u00e1bil, na entrega da primeira DCOMP ou na medida das compensa\u00e7\u00f5es efetivamente realizadas. <\/span><\/p>\n<p class=\"c4\"><span class=\"c3\">Na \u00faltima hip\u00f3tese, entendemos que a ado\u00e7\u00e3o dos limites previstos na Lei 14.873\/2024 pode refor\u00e7ar a defesa da tributa\u00e7\u00e3o proporcional \u00e0 compensa\u00e7\u00e3o. Isso, porque, ao instituir limites mensais para compensa\u00e7\u00f5es de cr\u00e9ditos federais, a nova legisla\u00e7\u00e3o impactou diretamente a materializa\u00e7\u00e3o de sua disponibilidade jur\u00eddica e, por consequ\u00eancia, o momento da tributa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<div>\n<p class=\"c9 c19\"><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#ftnt_ref1\">[1]<\/a><span class=\"c5\">\u00a0REsp n. 2.071.754\/SC, relator ministro Francisco Falc\u00e3o, Segunda Turma, julgado em 12.3.2024, DJe de 15.3.2024.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"c9\"><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#ftnt_ref2\">[2]<\/a><span class=\"c5\">\u00a0\u201cArt. 1\u00ba A utiliza\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos decorrentes de decis\u00e3o judicial transitada em julgado para compensa\u00e7\u00e3o de d\u00e9bitos pr\u00f3prios do sujeito passivo, relativos a tributos administrados pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), fica sujeita aos limites mensais estabelecidos por esta Portaria Normativa.<\/span><\/p>\n<p class=\"c9\"><span class=\"c5\">\u00a7 1\u00ba Quando se tratar de cr\u00e9ditos decorrentes de decis\u00e3o judicial transitada em julgado, o valor mensal a ser compensado fica limitado ao valor do cr\u00e9dito atualizado at\u00e9 a data da primeira declara\u00e7\u00e3o de compensa\u00e7\u00e3o dividido pela quantidade de meses conforme os incisos abaixo:<\/span><\/p>\n<p class=\"c9\"><span class=\"c5\">I \u2013 cr\u00e9ditos cujo valor total seja de R$ 10.000.000,00 (dez milh\u00f5es de reais) a R$ 99.999.999,99 (noventa e nove milh\u00f5es, novecentos e noventa e nove mil e novecentos e noventa e nove reais e noventa e nove centavos) dever\u00e3o ser compensados no prazo m\u00ednimo de doze meses;<\/span><\/p>\n<p class=\"c9\"><span class=\"c5\">II \u2013 cr\u00e9ditos cujo valor total seja de R$ 100.000.000,00 (cem milh\u00f5es de reais) a R$ 199.999.999,99 (cento e noventa e nove milh\u00f5es, novecentos e noventa e nove mil e novecentos e noventa e nove reais e noventa e nove centavos) dever\u00e3o ser compensados no prazo m\u00ednimo de vinte meses;<\/span><\/p>\n<p class=\"c9\"><span class=\"c5\">III \u2013 cr\u00e9ditos cujo valor total seja de R$ 200.000.000,00 (duzentos milh\u00f5es de reais) e inferior a R$ 299.999.999,99 (duzentos e noventa e nove milh\u00f5es, novecentos e noventa e nove mil e novecentos e noventa e nove reais e noventa e nove centavos) dever\u00e3o ser compensados no prazo m\u00ednimo de trinta meses;<\/span><\/p>\n<p class=\"c9\"><span class=\"c5\">IV \u2013 cr\u00e9ditos cujo valor total seja de R$ 300.000.000,00 (trezentos milh\u00f5es de reais) e inferior a R$ 399.999.999,99 (trezentos e noventa e nove milh\u00f5es, novecentos e noventa e nove mil e novecentos e noventa e nove reais e noventa e nove centavos) dever\u00e3o ser compensados no prazo m\u00ednimo de quarenta meses;<\/span><\/p>\n<p class=\"c9\"><span class=\"c5\">V \u2013 cr\u00e9ditos cujo valor total seja de R$ 400.000.000,00 (quatrocentos milh\u00f5es de reais) a R$ 499.999.999,99 (quatrocentos e noventa e nove milh\u00f5es, novecentos e noventa e nove mil e novecentos e noventa e nove reais e noventa e nove centavos) dever\u00e3o ser compensados no prazo m\u00ednimo de cinquenta meses; e<\/span><\/p>\n<p class=\"c9\"><span class=\"c5\">VI \u2013 cr\u00e9ditos cujo valor total seja igual ou superior a R$ 500.000.000,00 (quinhentos milh\u00f5es de reais) dever\u00e3o ser compensados no prazo m\u00ednimo de sessenta meses.\u201d<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"c9\"><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#ftnt_ref3\">[3]<\/a><span class=\"c5\">\u00a0SILVEIRA, Ricardo Maitto da. A realiza\u00e7\u00e3o da renda \u00e0 luz do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional. In: ZILVETI, Fernando Aurelio; FAJERSZTAJN, Bruno; SILVEIRA, Rodrigo Maito da (coord.). Direito tribut\u00e1rio: princ\u00edpio da realiza\u00e7\u00e3o no imposto sobre a renda \u2013 Estudos em homenagem a Ricardo Mariz de Oliveira. S\u00e3o Paulo: IBDT, 2019, p. 93.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p class=\"c9\"><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/#ftnt_ref4\">[4]<\/a><span class=\"c5\"> PEDREIRA, Jos\u00e9 Luiz Bulh\u00f5es. Imposto sobre a renda: pessoas jur\u00eddicas. Rio de Janeiro: Justec, 1979, v. 2, p. 196-197.<\/span><\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para a maioria das empresas atuantes no mercado brasileiro, o aproveitamento de cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios vinculados a a\u00e7\u00f5es judiciais \u00e9 parte relevante de sua rotina devido ao grande n\u00famero de a\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias. Esses cr\u00e9ditos podem ser recebidos por precat\u00f3rio ou utilizados para compensa\u00e7\u00e3o com tributos vincendos. 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