{"id":12336,"date":"2025-06-29T08:02:39","date_gmt":"2025-06-29T11:02:39","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/06\/29\/legitimidade-para-executar-sentenca-e-do-titular-do-credito-decide-stj\/"},"modified":"2025-06-29T08:02:39","modified_gmt":"2025-06-29T11:02:39","slug":"legitimidade-para-executar-sentenca-e-do-titular-do-credito-decide-stj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/06\/29\/legitimidade-para-executar-sentenca-e-do-titular-do-credito-decide-stj\/","title":{"rendered":"Legitimidade para executar senten\u00e7a \u00e9 do titular do cr\u00e9dito, decide STJ"},"content":{"rendered":"<p>Por quatro votos a um, os ministros da 2\u00aa Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/STJ\">STJ<\/a>) entenderam que apenas o <span class=\"il\">titular<\/span> atual do cr\u00e9dito possui legitimidade para executar senten\u00e7a relacionada ao empr\u00e9stimo compuls\u00f3rio sobre energia el\u00e9trica. O caso envolvia a Op\u00e7\u00e3o RN Corretora de Commodities, que buscava cobrar valores mesmo ap\u00f3s ter cedido os direitos credit\u00f3rios a terceiros antes do in\u00edcio da fase de liquida\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/produtos\/tributos?utm_source=cta-site&amp;utm_medium=site&amp;utm_campaign=campanha_tributos_q2&amp;utm_id=cta_texto_tributos_q2_2023&amp;utm_term=cta_texto_tributos&amp;utm_term=cta_texto_tributos_meio_materias\">Esta reportagem foi antecipada a assinantes <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Tributos em 13\/5. Conhe\u00e7a a plataforma do <span class=\"jota\">JOTA<\/span> de monitoramento tribut\u00e1rio para empresas e escrit\u00f3rios, que traz decis\u00f5es e movimenta\u00e7\u00f5es do Carf, STJ e STF<\/a><\/h3>\n<p>O relator, ministro <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/francisco-falcao\">Francisco Falc\u00e3o<\/a>, votou por negar provimento. Ele foi acompanhado pelos ministros Teodoro Silva Santos,<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/maria-thereza-de-assis-moura\"> Maria Thereza de Assis Moura<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/marco-aurelio-bellizze\">Marco Aur\u00e9lio Bellizze<\/a>.<\/p>\n<p>O presidente do colegiado, ministro Afr\u00e2nio Vilela, abriu diverg\u00eancia e ficou vencido. Vilela defendeu que o contrato de cess\u00e3o \u00e9 ineficaz em rela\u00e7\u00e3o ao devedor original enquanto este n\u00e3o for formalmente notificado sobre a transfer\u00eancia dos direitos credit\u00f3rios. A decis\u00e3o dos ministros ocorreu no <a href=\"https:\/\/jota.us8.list-manage.com\/track\/click?u=4911ce1e520f5bf26dd891c79&amp;id=50c6fe8486&amp;e=50626b4cba\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">REsp 2097973<\/a>.<\/p>\n<p>A senten\u00e7a de primeiro grau julgou o processo extinto, sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito. O Tribunal Regional Federal da 4\u00aa Regi\u00e3o (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/TRF4\">TRF4<\/a>) manteve a senten\u00e7a, entendendo que o \u201ccr\u00e9dito preexistente cedido \u00e9 o mesmo a ser executado, e a parte leg\u00edtima para a execu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 sempre aquela que det\u00e9m a titularidade atual do cr\u00e9dito\u201d.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/marketing-lp-newsletter-ultimas-noticias?utm_source=jota&amp;utm_medium=lp&amp;utm_campaign=23-09-2024-jota-lp-eleicoes-2024-eleicoes-2024-none-audiencias-none&amp;utm_content=eleicoes-2024&amp;utm_term=none\">Assine gratuitamente a newsletter \u00daltimas Not\u00edcias do <span class=\"jota\">JOTA<\/span> e receba as principais not\u00edcias jur\u00eddicas e pol\u00edticas do dia no seu email<\/a><\/h3>\n<p>A Op\u00e7\u00e3o RN Corretora de Commodities, ent\u00e3o, recorreu ao STJ contra a decis\u00e3o do TRF4, argumentando que, embora o art. 42, \u00a7 1\u00ba do C\u00f3digo de Processo Civil (<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/CPC\">CPC<\/a>), de 1973, tenha reda\u00e7\u00e3o muito semelhante ao art. 109, \u00a71\u00ba do CPC de 2015, no c\u00f3digo anterior, conhecimento e execu\u00e7\u00e3o eram processos distintos.<\/p>\n<p>Por isso, indagava se caberia a aplica\u00e7\u00e3o do art. 778, 1\u00ba, III do CPC de 2015, para fins de se afastar a legitimidade ativa do cedente, independentemente de quando o t\u00edtulo tenha sido cedido. O dispositivo em quest\u00e3o estabelece que o \u201ccession\u00e1rio, quando o direito resultante do t\u00edtulo executivo lhe for transferido por ato entre vivos\u201d, pode promover a execu\u00e7\u00e3o for\u00e7ada o credor a quem a lei confere t\u00edtulo executivo.<\/p>\n<p>Segundo a corretora, o que se tem observado da jurisprud\u00eancia, inclusive do pr\u00f3prio STJ, \u00e9 que o dispositivo n\u00e3o tem sido usado para declarar a ilegitimidade do cedente, e sim para dar ao cession\u00e1rio o direito de promover o cumprimento de senten\u00e7a.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por quatro votos a um, os ministros da 2\u00aa Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) entenderam que apenas o titular atual do cr\u00e9dito possui legitimidade para executar senten\u00e7a relacionada ao empr\u00e9stimo compuls\u00f3rio sobre energia el\u00e9trica. 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