{"id":10676,"date":"2025-04-30T20:46:07","date_gmt":"2025-04-30T23:46:07","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/04\/30\/emprego-formal-deixa-de-ser-sonho-para-maioria-da-grande-sp-diz-pesquisa-badra\/"},"modified":"2025-04-30T20:46:07","modified_gmt":"2025-04-30T23:46:07","slug":"emprego-formal-deixa-de-ser-sonho-para-maioria-da-grande-sp-diz-pesquisa-badra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/04\/30\/emprego-formal-deixa-de-ser-sonho-para-maioria-da-grande-sp-diz-pesquisa-badra\/","title":{"rendered":"Emprego formal deixa de ser sonho para maioria da Grande SP, diz pesquisa Badra"},"content":{"rendered":"<p>A pesquisa T\u00f4 no Trampo, realizada pelo Instituto Badra, revela que o trabalho assalariado deixou de ser o principal objetivo para grande parte dos trabalhadores da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo. Apenas 45% dizem desejar seguir nesse modelo. Outros 42% preferem empreender ou atuar de forma aut\u00f4noma.<\/p>\n<p>O levantamento, que ouviu 1.503 trabalhadores em mais de 100 pontos de fluxo entre os dias 24 e 28 de abril, aponta uma tend\u00eancia clara: cresce o desejo por mais autonomia profissional, mesmo entre quem j\u00e1 tem carteira assinada.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/marketing-lp-newsletter-ultimas-noticias?utm_source=jota&amp;utm_medium=lp&amp;utm_campaign=23-09-2024-jota-lp-eleicoes-2024-eleicoes-2024-none-audiencias-none&amp;utm_content=eleicoes-2024&amp;utm_term=none\">Assine gratuitamente a newsletter \u00daltimas Not\u00edcias do <span class=\"jota\">JOTA<\/span> e receba as principais not\u00edcias jur\u00eddicas e pol\u00edticas do dia no seu email<\/a><\/h3>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m aponta desigualdades salariais. Quase 70% dos entrevistados ganham entre R$ 1.500 e R$ 3.000 por m\u00eas. Entre os que recebem at\u00e9 um sal\u00e1rio m\u00ednimo, 62% s\u00e3o mulheres \u2014 sinal da desigualdade de g\u00eanero concentrada na base da pir\u00e2mide salarial.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m \u00e9 assinado pela pesquisadora Liliana Sousa e Silva, doutora e coordenadora executiva da C\u00e1tedra Olavo Setubal, do Instituto de Estudos Avan\u00e7ados da USP, em parceria com a Funda\u00e7\u00e3o Ita\u00fa.<\/p>\n<h3>Empreender segue sendo sonho comum<\/h3>\n<p>Os n\u00fameros apontam que mesmo entre os trabalhadores com carteira assinada, 30% sonham em abrir o pr\u00f3prio neg\u00f3cio \u2014 o mesmo \u00edndice observado no conjunto da amostra. Esse dado refor\u00e7a a busca por maior autonomia e insatisfa\u00e7\u00e3o com o modelo tradicional de emprego, centrado na CLT, ainda que 74% dos entrevistados se declararam satisfeitos ou muito satisfeitos com o trabalho que t\u00eam hoje.<\/p>\n<p>Entre os trabalhadores que desejam abrir o pr\u00f3prio neg\u00f3cio, a principal motiva\u00e7\u00e3o \u00e9 o desejo de obter uma renda mais alta (29,8%). A flexibilidade de hor\u00e1rio aparece em segundo lugar (17%), seguida pelo anseio de poder \u201cfazer as coisas do pr\u00f3prio jeito\u201d (13,2%) e de trabalhar com algo de que realmente gostam (13%). Outros fatores mencionados incluem a escassez de empregos (9,2%), o desejo de n\u00e3o ter patr\u00e3o (8,1%) e a vontade de \u201cfazer a diferen\u00e7a no mundo\u201d (4,5%).<\/p>\n<p>Segundo a pesquisadora Liliana Sousa e Silva, que assina a an\u00e1lise da pesquisa, os dados indicam que a escolha pelo empreendedorismo est\u00e1 fortemente ligada \u00e0 busca por melhores condi\u00e7\u00f5es financeiras, autonomia e autorrealiza\u00e7\u00e3o, em contraste com a rigidez do trabalho formal tradicional\u200b, centrado no modelo CLT.<\/p>\n<h3>Semana de 4 dias<\/h3>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho de 5 para 4 dias, sem corte de sal\u00e1rios, \u00e9 apoiada por 69% dos entrevistados. Apesar do apoio, 57% temem preju\u00edzos \u00e0s empresas e 41% enxergam impactos negativos para o pa\u00eds.<\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m revela um clima de inseguran\u00e7a: um em cada tr\u00eas trabalhadores teme perder sua principal fonte de renda nos pr\u00f3ximos 12 meses.<\/p>\n<p>Quando o tema \u00e9 qualidade de vida, 49% avaliam negativamente a condi\u00e7\u00e3o dos trabalhadores brasileiros. Apenas 16% consideram a situa\u00e7\u00e3o boa ou muito boa.<\/p>\n<p>Baixa remunera\u00e7\u00e3o \u00e9 o principal problema<br \/>\nA maior queixa entre os trabalhadores \u00e9 a baixa remunera\u00e7\u00e3o (29%), seguida da carga hor\u00e1ria elevada (14%) e da dist\u00e2ncia entre casa e trabalho (11%). A falta de reconhecimento e os poucos benef\u00edcios tamb\u00e9m aparecem entre os principais entraves.<\/p>\n<p>Predom\u00ednio do trabalho presencial<br \/>\nO modelo de trabalho presencial ainda predomina na Grande S\u00e3o Paulo: 78% atuam dessa forma. Apenas 24% afirmam que sua atividade exige algum tipo de forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, o que refor\u00e7a o perfil de ocupa\u00e7\u00f5es de baixa qualifica\u00e7\u00e3o.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pesquisa T\u00f4 no Trampo, realizada pelo Instituto Badra, revela que o trabalho assalariado deixou de ser o principal objetivo para grande parte dos trabalhadores da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo. Apenas 45% dizem desejar seguir nesse modelo. Outros 42% preferem empreender ou atuar de forma aut\u00f4noma. 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