{"id":10640,"date":"2025-04-29T20:20:21","date_gmt":"2025-04-29T23:20:21","guid":{"rendered":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/04\/29\/brasil-e-referencia-mundial-em-descarbonizacao-da-cadeia-de-oleo-e-gas\/"},"modified":"2025-04-29T20:20:21","modified_gmt":"2025-04-29T23:20:21","slug":"brasil-e-referencia-mundial-em-descarbonizacao-da-cadeia-de-oleo-e-gas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprimora.site\/carvalhoalmeidaadvogados\/2025\/04\/29\/brasil-e-referencia-mundial-em-descarbonizacao-da-cadeia-de-oleo-e-gas\/","title":{"rendered":"Brasil \u00e9 refer\u00eancia mundial em descarboniza\u00e7\u00e3o da cadeia de \u00f3leo e g\u00e1s"},"content":{"rendered":"<p><span>Em tempos de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, a produ\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/petroleo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">petr\u00f3leo<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/gas-natural\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">g\u00e1s natural<\/a> ainda est\u00e1 longe do fim. Nas estimativas mais ambiciosas, prev\u00ea-se a necessidade de uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis at\u00e9 2050, segundo meta estabelecida na COP28, em 2023. Nesse sentido, o Brasil vem ocupando lugar de destaque na ado\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tudo-sobre\/descarbonizacao\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">descarboniza\u00e7\u00e3o<\/a> com potencial para entregar um petr\u00f3leo competitivo, de boa qualidade e ao mesmo tempo descarbonizado, avalia Roberto Ardenghy, presidente do Instituto Brasileiro de Petr\u00f3leo e G\u00e1s (IBP).<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cQuando as empresas de petr\u00f3leo v\u00eam para o Brasil, elas tamb\u00e9m v\u00eam para aprender\u201d, afirma. Um dos motivos que colocam o Brasil nesta posi\u00e7\u00e3o \u00e9 o fato de que o pa\u00eds est\u00e1 entre os com menores emiss\u00f5es de g\u00e1s carb\u00f4nico por barril de petr\u00f3leo produzido. Segundo dados da Petrobras, s\u00e3o emitidos no Brasil cerca de 14,2 quilos de CO2 por barril. A m\u00e9dia global \u2013 calculada a partir de dados da British Petroleum (BP) \u2013 fica em torno de 20 quilos de emiss\u00e3o de g\u00e1s carb\u00f4nico (CO2) por barril.<\/span><\/p>\n<p><span>Do ponto de vista da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo (ANP), \u201cas tecnologias de descarboniza\u00e7\u00e3o representam uma oportunidade estrat\u00e9gica para a ind\u00fastria de petr\u00f3leo e g\u00e1s brasileira\u201d, afirma em posicionamento enviado ao <\/span>Est\u00fadio <span class=\"jota\">JOTA<\/span><span>. Isso, entende o \u00f3rg\u00e3o do governo, permitir\u00e1 que a ind\u00fastria nacional se mantenha competitiva \u201cem um cen\u00e1rio internacional cada vez mais orientado por crit\u00e9rios de sustentabilidade\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span>A ag\u00eancia tamb\u00e9m fez a ressalva de que a descarboniza\u00e7\u00e3o traz desafios de adapta\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o, incentivando o desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es que reduzam emiss\u00f5es ao longo da cadeia de valor. \u201cIsso \u00e9 particularmente relevante em um pa\u00eds com grande potencial de energias renov\u00e1veis e experi\u00eancia consolidada em regula\u00e7\u00e3o ambiental e energ\u00e9tica\u201d, completa.<\/span><\/p>\n<h3>A posi\u00e7\u00e3o do Brasil<\/h3>\n<p><span>A ANP aponta ainda que a intensidade de carbono do barril produzido no pr\u00e9-sal \u00e9 menor do que a meta da O&amp;G Climate Initiative (OGCI). Segundo a ag\u00eancia, isso \u201ccoloca o Brasil em uma posi\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel visto que a intensidade de carbono do O&amp;G produzido ser\u00e1 um novo fator de competitividade\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span>O n\u00famero brasileiro \u00e9 especialmente relevante ao se considerar que a maior parte dos combust\u00edveis f\u00f3sseis produzidos aqui vem da explora\u00e7\u00e3o offshore, ou seja, no mar, como \u00e9 o caso do pr\u00e9-sal na Bacia de Santos (SP). Essa forma \u00e9 mais complexa quando comparada \u00e0 explora\u00e7\u00e3o em terra, exigindo uma log\u00edstica com mais gasto energ\u00e9tico e, portanto, mais emiss\u00e3o de CO2.<\/span><\/p>\n<p>Este conte\u00fado faz parte do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.jota.info\/coberturas-especiais\/joule\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Joule<\/a>, editoria especial com mat\u00e9rias e podcast do setor de energia do <span class=\"jota\">JOTA<\/span>, feito em parceria com o Instituto Brasileiro de Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica (Int\u00e9).<\/p>\n<p><span>Al\u00e9m disso, a ANP tamb\u00e9m indica que \u201co pa\u00eds se encontra \u00e0 frente em algumas solu\u00e7\u00f5es, como produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis, e ainda em desenvolvimento de outras, como captura e armazenamento de carbono (CCS) em larga escala e produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio de baixa intensidade de carbono.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span>Esse resultado \u00e9 fruto de investimentos que devem ser mantidos ao longo dos pr\u00f3ximos anos. O plano de neg\u00f3cios da Petrobras de 2025 a 2029 prev\u00ea 15% de investimentos em baixo carbono \u2013 um aumento em rela\u00e7\u00e3o aos 11% do plano anterior \u2013 incluindo projetos de energias renov\u00e1veis e de captura de carbono.<\/span><\/p>\n<p><span>Ao <\/span>Est\u00fadio <span class=\"jota\">JOTA<\/span><span>, a Petrobras explica que a descarboniza\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es passa pelo aumento da efici\u00eancia operacional e energ\u00e9tica dos nossos processos, pela maior utiliza\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00e3o renov\u00e1vel, pelo uso de combust\u00edveis sustent\u00e1veis, al\u00e9m de tecnologias de captura e utiliza\u00e7\u00e3o de carbono (CCUS).<\/span><\/p>\n<p><span>A empresa tamb\u00e9m reafirma o desejo de atender demandas energ\u00e9ticas at\u00e9 2050 com petr\u00f3leo de boa qualidade e baixo carbono. \u201cO petr\u00f3leo a ser produzido pela Petrobras a partir de novas descobertas, com baixo custo e baixa emiss\u00e3o por barril, ser\u00e1 extremamente importante na medida em que permitir\u00e1 o atendimento da demanda resiliente de petr\u00f3leo por uma oferta mais eficiente e com menor emiss\u00e3o que a m\u00e9dia mundial\u201d, diz posicionamento da empresa enviado ao <span class=\"jota\">JOTA<\/span>.<\/span><\/p>\n<h3>Desafios para um petr\u00f3leo ainda mais limpo<\/h3>\n<p><span>Mesmo com posi\u00e7\u00e3o de destaque, o Brasil ainda pode fazer mais no sentido da descarboniza\u00e7\u00e3o da cadeia de \u00f3leo e g\u00e1s, mas enfrenta alguns desafios. O primeiro deles \u00e9 geol\u00f3gico: como o combust\u00edvel f\u00f3ssil produzido no pa\u00eds \u00e9 majoritariamente offshore, h\u00e1 intrinsecamente maior gasto energ\u00e9tico do que quando comparado ao petr\u00f3leo produzido em terra.<\/span><\/p>\n<p><span>Isso significa que s\u00e3o necess\u00e1rias mais tecnologias para mitigar os efeitos da explora\u00e7\u00e3o. O que leva ao segundo desafio, que \u00e9 justamente tecnol\u00f3gico. Ainda que as tecnologias de descarboniza\u00e7\u00e3o estejam avan\u00e7adas no Brasil, \u00e9 preciso um desenvolvimento ainda maior para dar conta dos problemas advindos da produ\u00e7\u00e3o offshore.<\/span><\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/marketing-lp-conversao-jota-pro-energia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Conhe\u00e7a o <span class=\"jota\">JOTA<\/span> PRO Energia, monitoramento jur\u00eddico e pol\u00edtico para empresas do setor<\/a><\/h3>\n<p><span>Al\u00e9m disso, a ANP explica que \u201ca transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica atual, diferente das que aconteceram anteriormente da lenha para o carv\u00e3o e do carv\u00e3o para o petr\u00f3leo, exige que as a\u00e7\u00f5es sejam realizadas em um curto prazo e priorizando fontes menos eficientes e mais caras\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span>Nesse cen\u00e1rio, a ag\u00eancia refor\u00e7a a complexidade tecnol\u00f3gica e destaca que isso implica em um alto custo para a implementa\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es de descarboniza\u00e7\u00e3o. \u201c[Isto] exige um programa de financiamento estruturado e a coopera\u00e7\u00e3o entre os diversos atores comprometidos com os objetivos do Acordo de Paris\u201d, afirma.<\/span><\/p>\n<h3>Investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inova\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p><span>Se o Brasil se encontra hoje em posi\u00e7\u00e3o de destaque neste \u00e2mbito, isto \u00e9, em grande parte consequ\u00eancia da pol\u00edtica de Pesquisa, Desenvolvimento e Inova\u00e7\u00e3o (PD&amp;I). Desde 1998, obrigatoriamente 1% da receita bruta das empresas do setor de energia deve ser investido em pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o. Em 2024, os investimentos obrigat\u00f3rios em PD&amp;I totalizaram R$ 4,2 bilh\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span>Dados da ANP de 2024 apontam que 56% da verba de PD&amp;I entre 2016 e 2024 foi destinada \u00e0 explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural, a maior fatia do dinheiro. Esta verba \u00e9 destinada tanto a projetos conduzidos internamente pelas empresas, quanto a centros de pesquisas externos, associados a universidades, por exemplo.<\/span><\/p>\n<p><span>Alfredo Renault, diretor do Centro Virtual de Solu\u00e7\u00f5es Tecnol\u00f3gicas de Baixo Carbono da Coppe\/UFRJ, explica que \u201cparte relevante dos investimentos em PD&amp;I das empresas de petr\u00f3leo \u00e9 voltada tamb\u00e9m para projetos que envolvam novas tecnologias para a produ\u00e7\u00e3o de energia de baixa emiss\u00e3o, captura de carbono, hidrog\u00eanio e outros desafios tecnol\u00f3gicos que a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica nos trouxe\u201d, al\u00e9m dos projetos que visam diminuir emiss\u00f5es do processo produtivo.<\/span><\/p>\n<p><span>Entre os projetos de destaque financiados com verbas de PD&amp;I, o HISEP da Petrobras \u00e9 um dos que mais chama aten\u00e7\u00e3o atualmente. O High Pressure Separation (separa\u00e7\u00e3o em alta press\u00e3o, em ingl\u00eas) \u00e9 uma tecnologia que separa e reinjeta o g\u00e1s carb\u00f4nico ainda no fundo do mar, sem necessidade de realizar o processo na superf\u00edcie, como \u00e9 feito normalmente.<\/span><\/p>\n<p><span>Para o diretor do centro carioca, \u201cessa tecnologia trar\u00e1 uma importante mudan\u00e7a no processo de produ\u00e7\u00e3o e ter\u00e1 grande contribui\u00e7\u00e3o para diminuir ainda mais a pegada de carbono da produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Brasil, que j\u00e1 \u00e9 das mais baixas do mundo\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span>Outras tecnologias de descarboniza\u00e7\u00e3o que v\u00eam sendo desenvolvidas envolvem, por exemplo, o uso de intelig\u00eancia artificial e dos chamados \u201cg\u00eameos digitais\u201d, no qual \u00e9 poss\u00edvel reproduzir em terra todo o funcionamento de uma plataforma de petr\u00f3leo, permitindo comandos remotos. Dessa forma, h\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o da quantidade de pessoas na plataforma e, consequentemente, uma menor emiss\u00e3o de gases do efeito estufa no processo.<\/span><\/p>\n<p><span>Al\u00e9m das tecnologias de descarboniza\u00e7\u00e3o, a verba de PD&amp;I tamb\u00e9m vem sendo investida em projetos de biocombust\u00edveis, energia e\u00f3lica offshore, entre outros. \u201cO interesse n\u00e3o se restringe \u00e0 descarboniza\u00e7\u00e3o da cadeia de O&amp;G e sim a uma busca tecnol\u00f3gica dos diversos temas que envolvem a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica\u201d, explica Alfredo Renault.<\/span><\/p>\n<p><span>Para o presidente do IBP, Roberto Ardenghy, um dos pontos mais interessantes desta cl\u00e1usula \u00e9 o fato de que o pr\u00f3prio setor do petr\u00f3leo financia a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. \u201cSe n\u00e3o tivesse esse dinheiro, hoje estar\u00edamos comprando tecnologia. O Brasil \u00e9 um dos poucos pa\u00edses onde tem pesquisa pr\u00f3pria no setor de \u00f3leo e g\u00e1s\u201d, diz. \u201c\u00c9 dinheiro privado em benef\u00edcio do Brasil\u201d, completa.<\/span><\/p>\n<h3>Bacia de Pelotas<\/h3>\n<p><span>Depois da descoberta de petr\u00f3leo na costa da Nam\u00edbia, surgiu a suspeita de petr\u00f3leo tamb\u00e9m no litoral sul do Brasil. Isto porque as duas \u00e1reas eram coladas na \u00e9poca da pangeia, durante o final da Era Paleozoica e in\u00edcio da Era Mesozoica, quando os continentes eram apenas um, e por isso compartilham semelhan\u00e7as geol\u00f3gicas.<\/span><\/p>\n<p><span>A \u00e1rea da Bacia de Pelotas ocupa todo o litoral do Rio Grande do Sul e a parte sul do litoral catarinense. Ela foi dividida pela ANP em 44 blocos, que foram arrematados pela Petrobras e algumas empresas estrangeiras, como Shell, CNOOC Chevron.<\/span><\/p>\n<p><span>Atualmente, a \u00e1rea ainda est\u00e1 em fase inicial de explora\u00e7\u00e3o, com estudos sendo conduzidos para verificar se de fato h\u00e1 petr\u00f3leo e g\u00e1s, se \u00e9 poss\u00edvel explor\u00e1-los e em qual quantidade. No entanto, a regi\u00e3o j\u00e1 \u00e9 vista por especialistas como essencial para garantir a seguran\u00e7a energ\u00e9tica do Brasil, sem necessidade de importa\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel.<\/span><\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/conteudo.jota.info\/marketing-lp-newsletter-ultimas-noticias\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Assine gratuitamente a newsletter \u00daltimas Not\u00edcias do <span class=\"jota\">JOTA<\/span> e receba as principais not\u00edcias jur\u00eddicas e pol\u00edticas diariamente no seu email<\/a><\/h3>\n<p><span>O presidente do IBP explica que ainda \u00e9 muito cedo para entender quais seriam as tecnologias de descarboniza\u00e7\u00e3o utilizadas na Bacia, em se confirmando a presen\u00e7a de \u00f3leo e g\u00e1s na \u00e1rea. Roberto Ardenghy, por\u00e9m, aponta que esta \u00e9 uma oportunidade para o uso de novas tecnologias que v\u00eam sendo desenvolvidas. \u201cEssa parte de digitaliza\u00e7\u00e3o e de tecnologia artificial veio para ficar\u201d, exemplifica.<\/span><\/p>\n<p><span>J\u00e1 a Petrobras afirma estar \u201ccomprometida em desenvolver essa \u00e1rea com as mais avan\u00e7adas tecnologias de descarboniza\u00e7\u00e3o, com seguran\u00e7a e a responsabilidade socioambiental reconhecida em todas as opera\u00e7\u00f5es da Petrobras\u201d.<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em tempos de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural ainda est\u00e1 longe do fim. Nas estimativas mais ambiciosas, prev\u00ea-se a necessidade de uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis at\u00e9 2050, segundo meta estabelecida na COP28, em 2023. 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